O primeiro Jota Uva Talk News do ano traz o jornalismo esportivo para debate

Em evento online, Sabrina Conceição, Claudio Uchoa e Fábio Peixoto conversam sobre os bastidores da profissão

A primeira edição de 2021 do Jota UVA Talk News aconteceu na última quinta-feira (8) e reuniu craques do jornalismo esportivo. O jornalista e narrador Claudio Uchoa e a coordenadora de eventos Sabrina Conceição, ambos da SporTV, foram os convidados da live “Treino é treino, jogo é jogo: na quadra ou no campo sempre tem jornalismo esportivo”. O evento online reuniu mais de cem estudantes e foi mediado por Fábio Peixoto, ex-aluno da Universidade Veiga de Almeida e repórter da Record.

Os profissionais contaram histórias sobre as carreiras e dividiram com os alunos suas experiências ao trabalhar com o mundo do jornalismo esportivo, e as perspectivas de mercado para o futuro. Fábio revela que sempre teve interesse por esportes e que isso foi um fator crucial quando precisou escolher a profissão. Ele tem passagem pela Rádio Bradesco Esportes FM, Canal CNT, Band, Fox Sports e atualmente trabalha na reportagem da TV Record.

“Trilhem bons caminhos com pessoas boas, não passem a perna em ninguém e sempre deem o seu melhor. Nunca duvidem e nem ouçam quando alguém disser que vocês não podem”

(Sabrina Conceição)

Além das quatro linhas do gramado e dos repórteres que aparecem na TV, existe uma função muito importante e pouco falada no jornalismo esportivo. Sabrina Conceição atua fora das câmeras, na área de coordenação de transmissões esportivas do SporTV, que é a parte interna do trabalho jornalístico. Ela conta que a sua relação com o esporte começou desde os 2 anos de idade. “As minhas idas aos estádios desde criança foram determinantes para eu escolher o que iria fazer no futuro”. A jornalista, que já passou pela Fox Sports, foi Coordenadora de Transmissões League Pass e produtora comercial da Rede TV, destaca que sua trajetória não foi fácil e reafirma a importância da representatividade feminina no meio esportivo. “O lugar da mulher é onde ela quiser estar. Eu sou a primeira mulher preta a ser coordenadora de transmissão do grupo Globo, mas quero que tenha mais mil”.

O convidado Claudio Uchoa, que é narrador do SporTV, também dividiu um pouco das suas experiências com os estudantes. Ele tem um currículo vasto dentro do jornalismo esportivo e já participou de grandes coberturas, como Copa do Mundo, Olimpíadas, Jogos Paralímpicos e Pan-Americanos. Uchoa relembra que começou no SporTV há 21 anos como estagiário e que um dos momentos mais marcantes da sua carreira foram as Olimpíadas de 2016. “As Olimpíadas foram muito especiais. Não havia credencial para todo mundo, e consegui ir para o Parque Olímpico para fazer a narração do tênis e polo aquático. Foi espetacular”.

Os profissionais revelaram os bastidores do jornalismo esportivo e enfatizaram a importância de encarar as oportunidades como portas abertas. Além disso, deram dicas valiosas para os alunos.

Manoela Anjos, 7º período

 

Palestra do curso de Direito da UVA reflete sobre a economia brasileira durante a pandemia do Coronavírus

Duas grandes áreas do saber se encontraram virtualmente na segunda-feira (12) para discutir o Brasil e o mundo no cenário pandêmico. O curso de Direito da UVA promoveu o evento “A economia em tempos de pandemia” e a professora da casa Alexandra Corrêa recebeu Felipe Kezen, doutor em Economia pela UERJ, em sala cheia no Microsoft Teams. Alunos e docentes, entre os presentes que chegaram a mais de 70, pensaram sobre produção, distribuição e renda durante a crise ocasionada pelo Coronavírus.

Para analisar a atual estrutura econômica geral da sociedade, Kezen realizou um breve apanhado histórico da economia e, preocupado em se fazer entender por todos, reforçou que evitaria o que denominou como “economês”. “A área de Economia ainda tem uma linguagem muito específica, distante”, justificou.

Do homem das cavernas aos apartamentos modernos, e da Revolução Industrial à ideia de individualidade, o professor elucidou necessidades básicas que se mantêm e como passamos a supri-las de maneiras diferentes ao longo do tempo.

Certamente, no ano em que, pela primeira vez em 17 anos, mais da metade da população brasileira se encontra em situação de insegurança alimentar, sem saber se terá uma próxima refeição, muito mudou. Para Kezen, o processo distributivo é a chave para a compreensão e para a solução do baque pandêmico sentido no bolso e no estômago do país: “Não adianta um país ser altamente produtivo, e essa produção não ser distribuída, como é o caso do Brasil, um país que em nada fica devendo a outros quando o assunto é alta produtividade. É o celeiro do mundo”.

O setor cultural, integrante do dito setor terciário da divisão econômica tradicionalmente ensinada nas escolas, é citado pelo professor como o que mais tem sido afetado pela Covid-19. Kezen entende que, com o passar do tempo e com os avanços tecnológicos em outros setores, a economia e o lazer se fundiram de modo profundo, o que gerou empregos relacionados à essa faceta do setor dito terciário, principalmente no cotidiano urbano. O economista também acredita que, no futuro, como último estágio da estrutura econômica ainda vigente, a cultura será uma grande área, repleta de novas funções, que abrigará cada vez mais profissionais da arte, em contraste ao formato clássico de empregabilidade.

O curso de Direito da Universidade Veiga de Almeida tem promovido outros encontros virtuais. Você pode conferir qual será o próximo, e saber quais já ocorreram, no perfil do curso no Instagram.

Gabriel Folena, 3º período

 

Confira os eventos da terceira semana de abril

A terceira semana do mês de abril será repleta de eventos interessantes e enriquecedores, promovidos pelos diversos cursos da Universidade Veiga de Almeida, com o objetivo de acrescentar experiência, inspiração e oferecer horas complementares através de palestras e oficinas totalmente gratuitas.

Segunda-feira (12): “A Economia em Tempos de Pandemia” – 16:00 – Via Microsoft Teams;

Terça-feira (13): “Oficina com a aluna Fabyane” – 14:00 – Via Microsoft Teams;

Quinta-feira (15): “As Estratégias de Marketing na Pandemia” – 09:00 – Via Zoom (Senha de Acesso: 598899);

Sexta-feira (16): “A Voz em Tempos de Covid-19” – 13:00 – Via Zoom e com inscrição obrigatória;

Sábado (17): “PES DAY” – 10:00 – Via Canal do YouTube.

Para mais informações sobre esses e outros eventos promovidos pela Universidade, acesse: https://www.uva.br/eventos/todos.

 

 

 

Arte, tecnologia e o mercado de trabalho foram os protagonistas da RedWeek 2.0

Um artista infiltrado. É assim que o designer gráfico Marcos Piolla é definido na live de abertura da Redweek 2.0, semana de palestras promovida pela Redbone, equipe de robótica da Universidade Veiga de Almeida. Os encontros, realizados de forma online, ocorreram de segunda-feira (15) a sábado (20). A abertura, mediada pelos professores Thiago Gabriel e Ana Maria, ficou por conta de Piolla e sua interessante bagagem como animador.

Formado em Design Gráfico pela UVA, o artista digital é membro do Mediatech Lab da TV Globo desde 2015. A equipe é responsável pelas animações, efeitos e soluções gráficas da emissora. Atuante na área desde os anos 1990, Piolla é o convidado certo para compartilhar sobre a rotina de um animador e sobre como é trabalhar em um departamento de tecnologia e inovação.

Entre os conteúdos que costuma produzir com frequência, Piolla cita projetos de realidade virtual e realidade aumentada; como exemplo, trouxe um trecho do circuito interativo que desenvolveu baseado em “Desalma”, série de suspense sobrenatural lançada recentemente na plataforma Globoplay. 

A experiência, desenvolvida para os óculos VR (virtual reality/realidade virtual), dá ao usuário a possibilidade de interagir com objetos que fazem parte do cenário da série. “É uma experiência meio ‘Bruxa de Blair’, quem está com os óculos não tem como ter uma imersão melhor”, garante o designer às mais de 120 pessoas presentes na live.

Quando questionado por espectadores sobre qual considera o maior desafio da animação, Piolla responde que a busca pelo realismo segue como a principal motivação para os avanços constantes da área, e defende que a semelhança com a vida real deve ser a prioridade na construção de um bom trabalho animado: “Animar é dar a ilusão de que seu personagem está vivo. Animação pouco tem a ver com movimento; nem tudo que se move está vivo, e nem tudo que está parado está morto”.

A interseção entre arte, criação e tecnologia marcou presença em vários dos encontros do evento. Foram 11 palestras transmitidas pelo canal no Youtube Redbones Uvabots, e Storytelling, Design Sprint e dispositivos maker foram alguns dos temas tratados. O encerramento ficou por conta da roda de conversa sobre o mercado de trabalho e TI (Tecnologia da Informação) com os professores Thiago Gabriel, Ana Maria Vianna e Evelyn Castillo e os convidados Matheus Petrovich e Bruno Viana.

A live de encerramento da Redweek contou com ilustres convidados (Imagem: Print de Tela)

Todos os convidados frisaram em suas falas que o fato de terem começado em uma área e depois mudado, trouxe olhares diferentes, como por exemplo Evelyn Castillo que iniciou a carreira na advocacia, porém, depois, se tornou gestora de projetos de inovação aberta, CEO da startup Justiça Digital e desenvolvedora frontend. Já Thiago Gabriel, Matheus Petrovich e a aluna – também mediadora do evento – Priscila Pássaro, falaram sobre o amor pela arte e como isso influencia no ambiente de tecnologia e inovação.

Os alunos que acompanhavam a roda de conversa mandaram diversas dúvidas e comentários sobre outras áreas de conhecimento que podem ajudar no dia a dia de um profissional de TI. “O mercado exige muito mais do que alguém que queria ficar em só uma função. Existem vagas diversas a serem preenchidas, seja para sênior ou para júnior, porque faltam profissionais que tenham essa multidisciplinaridade”, pontuou Thiago Gabriel.

Um assunto debatido foi a exigência de experiência pelos recrutadores de estagiários, para Matheus Petrovich, formado em Engenharia da Computação e que trabalha atualmente no Laboratório de Inovação da Globo, o que vale mais não é uma faculdade concluída ou uma pós-graduação, e sim sobre o que você viveu que te fez ser diferente dos outros. Bruno Vianna acrescenta que as vivências que o candidato teve durante a faculdade também são levadas em conta. “A partir do momento que você começa a buscar soluções para os problemas, você ganha uma segurança para chegar num estágio”, explicou o Supervisor de desenvolvimento da DT3Sports. 

A professora Ana Maria Vianna falou sobre as oportunidades que a Universidade oferece, como as equipes de robótica e o UVA Júnior, que mesmo sendo voluntários podem agregar muito conhecimento e oportunidades aos alunos. A aluna Priscilla Pássaro é um exemplo disso, que foi indicada para um estágio após ser monitora de uma matéria na faculdade. “Me ajudou muito eu ser monitora e estar na equipe Redbone porque eu desenvolvi muito minha parte comunicativa e de relação interpessoal. Indico muito a vocês dedicar um tempo que puder em uma empresa júnior, em uma alguma equipe ou um curso mesmo”, complementou a estudante. 

Para ver essa e as demais palestras completas basta clicar neste link.

Gabriel Folena, 3º período e Amanda Ramos, 7º período

 

Peter Kronstrøm participa de masterclass para alunos da UVA

A Universidade Veiga de Almeida convidou Peter Kronstrøm, head do Copenhagen Institute for Future Studies, para realizar a masterclass “O futuro manda notícias” no dia 23 de março. A palestra virtual foi mediada pela reitora Beatriz Balena e transmitida no canal do Youtube da instituição. 

Peter é dinamarquês, mora no Brasil há 10 anos e desde 2012 faz estudos sobre os cenários futuros mundiais. No bate-papo, ele falou sobre a importância de analisar o futuro para o nosso dia-a-dia e sobre as suas aplicações na sociedade. “O nosso cenário atual pode ser confuso, mas uma coisa que a gente sempre pode falar é que graças a Deus sempre temos o futuro”. 

O diretor do Instituto Copenhagen já atuou profissionalmente na Europa, Estados Unidos, América do Sul e Austrália e possui em seu currículo palestras e workshops para a ONU, Banco Mundial, além de contribuir ativamente para o engajamento do público de diversas empresas multinacionais dentro e fora do Brasil. Peter enfatizou que o futuro está sendo criado neste momento entre todos nós e contou que essa abordagem faz com que o poder de criar o futuro que queremos fique na palma de nossas mãos. 

Ele compartilhou seus vastos conhecimentos com os estudantes e explicou que, ao contrário do que muitos pensam, estudar o futuro e projeções de cenários não é algo restrito à multinacionais, políticos e líderes mundiais. “Todos nós precisamos começar a pensar em maneiras construtivas sobre que tipo de futuro nós queremos e fazer a consciencialização se o futuro pode ser influenciável e qual a nossa responsabilidade”. 

Peter Kronstrøm e reitora Beatriz Balena no encerramento da MasterClass realizada via YouTube (Imagem: Print da Tela)

Além disso, Peter mostrou as megatendências, que são grandes conjuntos de tendências que moldam o futuro e destacou a importância do aprendizado e das universidades. “Estamos vivendo em um cenário onde o papel da universidade para o nosso futuro nunca foi tão necessário”. O dinamarquês também falou sobre a mudança de paradigmas na educação, o avanço da tecnologia e a digitalização da sociedade. “Agora no cenário atual que estamos vivendo, realmente a tecnologia está salvando muito, mas vêm com uma série de consequências que também vão impactar no nosso futuro”. 

Manoela Anjos, 7º período

Curso de Engenharia Ambiental da UVA promove palestra em comemoração ao Dia Mundial da Água

Para comemorar o Dia Mundial da Água, a Comissão de Estudantes de Engenharia Ambiental da UVA Campus Tijuca (CEEA) organizou uma palestra sobre Saneamento no Rio de Janeiro ao longo da última década. O evento, realizado na última segunda-feira (22), às 17h, ocorreu via Zoom e contou com a presença de Márcio Santa Rosa, Engenheiro Civil, Consultor na área de Recursos Hídricos, Sustentabilidade e Inovação e escritor prestes a lançar um livro de mesmo tema da palestra, em parceria com a socióloga Aspásia Camargo.

Santa Rosa iniciou a palestra buscando referências antigas de cuidado e uso da água, relembrando quando as cidades começavam a ser formadas à beira dos rios. Desde então, já havia a preocupação sobre como otimizar o consumo. O palestrante relembrou momentos históricos onde a falta de um saneamento adequado acarretou em surtos de doenças como a malária.

 

Estação de Tratamento da CEDAE (Imagem: ATribunaRJ)

O engenheiro também falou com os alunos sobre o histórico da CEDAE, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro.  Ele explicou como a oscilação da economia carioca afetou a empresa e o serviço oferecido, ao longo dos anos. Além disso, problematizou o descaso com o saneamento básico nas comunidades do Rio de Janeiro, que sofrem com a falta de oferta de água potável, coleta e tratamento de esgoto, coleta de lixo, entre outros problemas relacionados.

Santa Rosa apresentou aos alunos algumas soluções que acredita serem possíveis de aplicar nas comunidades brasileiras para que essa grande parcela da população tenha acesso ao saneamento básico, como o programa paulista Favela Legal. O programa funciona sob o “sistema de pagamento por performance”, que se trata de um modelo em que a SABESP, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, paga outra empresa do ramo que se responsabiliza pelo saneamento de áreas de comunidades, mas somente mediante provas da realização dos serviços. 

“Existem ‘n’ truques para as empresas aumentarem os custos de solução do problema e este sistema está funcionando perfeitamente em São Paulo. A empresa só recebe se ela mostrar que fez o serviço”, explicou o engenheiro sobre esse sistema que trata em seu livro. Ao fim da palestra, houve uma breve discussão sobre o futuro do saneamento básico brasileiro e as muitas possibilidades que esperam os estudantes de engenharia ambiental, ávidos por proporcionarem mudanças para a sociedade.

Ana Clara Serafim, 6º período

Gerente Comercial da Rommanel conversa com os alunos sobre marketing digital

“É fundamental não fazer mais o mesmo, usar a criatividade”, pontua Paula Mendes (Foto: Print de Tela)

Alunos dos três campi da Universidade de Veiga de Almeida se reuniram na quinta-feira (18) para participar da aula experimental promovida pelos cursos de Publicidade, Marketing e Jornalismo. Sob o tema “Instagram como Ferramenta de Marketing Digital”, a convidada Paula Mendes dos Anjos, gerente comercial do Grupo Rommanel, interagiu com os participantes, tirando dúvidas e dando conselhos. O encontro aconteceu virtualmente pela plataforma Microsoft Teams.

Os ouvintes participaram desde o começo da live, mandando perguntas para Paula Mendes. O pontapé inicial foi dado com uma mensagem para os presentes refletirem: “não deixe o novo normal ser uma desculpa para você ficar parado”. A convidada explicou que o melhor ativo da rede social é você mesmo, devendo sempre ter cuidado com tudo que está sendo postado, porque é a identidade digital que, atualmente, pode viralizar tanto para o bem quanto para o mal.

Para aqueles que buscam emprego e querem aproveitar as redes sociais para isso, Paula deu dicas e reforçou que não adianta ter um LinkedIn perfeito se o comportamento da pessoa nas outras plataformas não condiz. “Temos que pensar em como estou me comportando nas redes sociais. Uma pesquisa do Careerbuilder mostrou que 70% dos empregadores pesquisam as redes sociais dos candidatos”, explicou a convidada.

Assim como os que estão desempregados, quem já tem um trabalho também deve ser cauteloso com o que é postado nas redes sociais, segundo a mesma pesquisa do Careerbuilder, 43% dos empregadores usam as mídias sociais para verificar funcionários atuais. Ela explicou que posts exibindo festas, fotos sem camisa ou  trajes de banho devem ser evitados. 

O Instagram é amplamente utilizado para a divulgação de produtos de pequenos empreendedores e para que os usuários aproveitem o máximo da plataforma, Paula explicou que é preciso entender o público alvo já que cada um precisa de uma comunicação diferente e definir um calendário de postagens para não deixar chato o perfil e saber o melhor horário de engajamento. “É fundamental não fazer mais o mesmo, usar a criatividade. O conteúdo é o mais importante na rede social e é preciso ser consistente e se estabelecer no nicho que quer trabalhar”, reiterou Paula. 

Ela também esclareceu para os alunos presentes que é importante pensar no feed do Instagram e mostrou os dois perfis próprios @olecomunicacao e @paulammkt como exemplo de harmonia entre as publicações. Além disso, deu dicas de como aumentar o engajamento nos stories e de que maneira é possível extrair tudo dessa ferramenta. 

Os alunos interagiram bastante durante toda a palestra tanto com perguntas como com comentários que enriqueceram o debate e, ao fim do encontro, a convidada disponibilizou um cupom “VEIGADIGITAL” para os alunos terem desconto no curso online sobre Instagram ministrado por ela na plataforma Hotmart

Amanda Ramos, 7º período. 

Aula inaugural de jornalismo abre o semestre com chave de ouro

As boas-vindas aos calouros de Jornalismo do período de 2021.1 foram oferecidas em ótima companhia, e para todos os gostos. Impresso, rádio, TV: nenhuma área de atuação ficou de fora das aulas inaugurais do curso, transmitidas virtualmente em dois turnos, às 9h e 19h, no canal da Casa da Comunicação no YouTube na quarta-feira (17).  

Mais de 140 espectadores prestigiaram as jornalistas Carolina Ewald (produtora da TV UVA), Suzana Liskauskas (repórter freelancer do Valor Econômico) e Lilian Ribeiro (repórter da GloboNews) no primeiro dos encontros, intitulado “Mulher Jornalista na sua tela: entendeu ou quer que eu desenhe?” 

Lilian, principal convidada da live das 9h, conversou com Suzana, Carolina e os demais presentes sobre temas que tem se mostrado recorrentes no Jornalismo atualmente, entre eles, as fake news. “Quem cobre o cotidiano precisa ser rápido, mas rápido a que preço?”, refletiu a repórter sobre a quantidade abundante de informações à disposição dos jornalistas, que precisam ser checadas com muita atenção. Liskauskas, que mediava o encontro, concordou com a colega e enfatizou para quem as assistia: “Vocês, como jornalistas, são embaixadores da informação; da boa informação!” 

“Quem cobre o cotidiano precisa ser rápido, mas rápido a que preço?” (Lilian Ribeiro)

As convidadas deixaram ainda uma dica para estudantes novos e antigos ao lembrá-los que a prática profissional pode ser experimentada mesmo na faculdade. Estágios, até mesmo voluntários, para quem pode participar, são oportunidades valiosas. “São muito bons para conhecer as diferentes áreas do Jornalismo”, afirma Lilian. 

As jornalistas combatem a desinformação em sua profissão e dia a dia

live das 19h também foi repleta de experiências e conselhos. Diferente da parte da manhã, o tema da vez foi um dos veículos de comunicação mais antigos: o rádio. Os convidados Nayara Alves (locutora da Antena 1), Thiago Gomide (presidente da Rádio Roquette Pinto) e Bettina Chateaubriand (produtora da Rádio Cidade), que não pôde participar ao vivo, porém mandou um vídeo para enriquecer a discussão, conversaram com os alunos e a mediadora da live professora Mônica Nunes sobre a importância desse meio de comunicação. A live foi transmitida pelo canal do YouTube Casacom Conecta. 

Os mais de 200 alunos presentes puderam ouvir uma rica discussão sobre como o rádio foi evoluindo com o passar dos anos e a relevância que ele ainda tem na sociedade. Bettina, que também já foi locutora da Band News FM, deu o pontapé inicial ao bate-papo trazendo reflexões sobre esse veículo de massa. “Agora cada vez mais é preciso focar em produção de conteúdo diferenciado, criar pautas interessantes e sempre aproveitar a agilidade que ele possui”, destacou. 

Os alunos do curso de jornalismo demonstraram ter ficado muito animados para o início do semestre após os dois turnos da aula inaugural.  

Profissionais do rádio debatem sobre a importância desse veículo de comunicação (Imagem: Print de Tela)

Gabriel Folena 3º período e Amanda Ramos 7º período 

LABPROM recebe diretor de negócios da Globo, Felipe Heimbeck, em palestra sobre Marketing

Professor Julio Martins agradece Felipe Heimbeck por aceitar o convite (Imagem: Print de Tela)

Apesar de desafiadora e complexa, a área de Marketing e Comunicação também é muito divertida. Ao menos para Felipe Heimbeck. Sob o tema “Nunca foi tão divertido”, ele participou da aula inaugural de Marketing e Comunicação, na última terça-feira (16), no canal CasaCom Conecta O vice-presidente da Associação Brasileira de Marketing e Negócios (ABMN) e diretor de negócios da Globo aceitou o convite do Laboratório de Promoções UVA Tijuca (LABPROM) para falar aos alunos sobre o perfil dos novos profissionais e as tendências do mercado. O encontro aconteceu sob a mediação do professor do curso de Publicidade, Julio Martins.

Heimbeck começou a aula inaugural tocando em um assunto temido pelos alunos de graduação: a busca por um estágio e o início da vida profissional. O atual diretor de negócios da Globo contou que sua jornada na empresa começou como trainee após sair de um estágio no qual não foi efetivado. Felipe dividiu com os alunos que sentiu medo antes de entrar na Globo, quando a conclusão do curso de Administração coincidiu com o desemprego. Mas deixou para os estudantes a esperança de que, apesar das dificuldades e do temor, é  possível iniciar uma carreira admirável.

“É preciso estar em movimento o tempo todo”, afirmou Heimbeck sobre o que se espera do profissional do futuro. O palestrante comentou, também, a evolução constante dos meios de comunicação, como a própria Rede Globo, e relembrou a diferença entre o consumo de notícias antes e depois do acesso à internet pela população. Além disso, ele explicou como a necessidade de mudança constante impactou na forma de gerar conteúdos publicitários do grupo Globo. Agora é preciso buscar bons resultados para os anunciantes unindo dados, novos formatos e um olhar diferente para o mercado.

Durante a rodada de perguntas, Heimbeck dividiu um avanço significativo no dia a dia do Marketing. “As decisões hoje são tomadas muito mais rapidamente e com uma margem maior de acerto”, afirmou o palestrante, fazendo um paralelo com o passado, quando as decisões eram muito influenciadas pelo feeling dos profissionais e menos baseadas em dados. Ele também tranquilizou os alunos com relação aos erros na vida profissional. “O mercado espera que você erre porque se você erra, você está tentando fazer”, disse.

Ao final da aula experimental, Heimbeck ressaltou a importância dos futuros profissionais de comunicação saberem lidar com análise de dados e estatística, além das características e aptidões dos profissionais de Ciências Humanas. A recepção dos alunos durante a live deixou claro que o evento superou as expectativas e deu aos estudantes o gás necessário para começar mais um período com o pé direito.

Veja como foi esse encontro:

Ana Clara de Jesus Serafim, 6º período

Reitora da UVA recepciona calouros virtualmente

Beatriz Balena responde principais dúvidas dos calouros em encontro virtual (Imagem: Print da tela/ Youtube UVA)

A reitora da Universidade Veiga de Almeida, Beatriz Balena, participou de um encontro virtual de boas-vindas com os calouros em uma live na segunda (15) . O encontro online foi transmitido pelo canal do Youtube da instituição e teve o intuito de apresentar a universidade aos novos alunos, sanar as dúvidas sobre o ano letivo e explicar como vai ser o semestre de 2021.1. 

A professora aproveitou o momento e relembrou que no mês de março completava um ano que a Veiga fechou as portas físicas para aulas presenciais em razão da pandemia da Covid-19, e enfatizou estar orgulhosa da atuação dos alunos e profissionais. “Nós aprendemos muitas coisas nesse ano. Mais do que orgulho, ser reitora dessa faculdade me enche de esperança”.

A virtualização das aulas trouxe inúmeras mudanças para os alunos e também para todos que trabalham na UVA. Apesar de todos os desafios e obstáculos enfrentados até agora, Bia Balena não esconde o otimismo e enfatiza que toda a equipe está de braços abertos para oferecer o melhor ensino para os estudantes. “Somos um grupo que trabalha dia e noite para que você tenha a melhor experiência da sua vida ao escolher a universidade”.

Os calouros não terão a oportunidade de conhecer o campus presencialmente neste semestre, mas poderão aproveitar as oportunidades que a faculdade oferece, mesmo virtualmente. Balena, que trabalha na Veiga desde 2008, explicou que no atual momento não há como prever a volta das aulas presenciais e que essa decisão não depende da UVA. “Nossa filosofia é atuar com todo cuidado e todas as precauções possíveis. A universidade não vai colocar em risco seus alunos, professores e funcionários. Este não é um momento tranquilo em que a gente pode dizer que dá para voltar sem risco nenhum”.

Manoela Anjos, 7º período