Agência de Comunicação Institucional UVA

Projeto Acolher

PAR UVA ampara os alunos ao longo da graduação

 

O Projeto de Acolhimento ao Estudante da Universidade Veiga de Almeida (PAR UVA) tem como objetivo acompanhar os alunos, de qualquer curso, desde os primeiros períodos até a conclusão da graduação com suporte e apoio acadêmico e pedagógico. O programa visa auxiliar e encaminhar os alunos após aulas de nivelamento e apoio psicológico. Os estudantes que sentirem necessidade de acompanhamento podem procurar pelos professores Leila Mourão, Cristina Varandas, Marco Rocha, Cleiton Silva e Daiane Santos, que encaminharão o apoio necessário.

 

O programa foi idealizado em 2016 pela Direção Acadêmica, após visita da professora Jacqueline Maia de Miranda ao projeto Bem-Estar, na cidade Sincelejo, na Colômbia.  No início, somente alunos dos cursos de Nutrição, Direito, Odontologia e das Engenharias Civil e de Produção eram atendidos. Uma vez consolidado, o PAR UVA passou a atender estudantes de todos os cursos, melhorando não só o bem-estar ao longo da vida universitária, contribuindo para melhorar a evasão. 

 

“Mais da metade dos alunos não concluem os cursos nos quais se matricula”, ressalta Jacqueline. Dentre os fatores, ela enumera os econômicos e emocionais, além da pressão da autonomia e responsabilidade que são exigidas no ensino superior. No 4° período de Engenharia Civil, Vitor Hugo da Silva Junqueira Cruz procurou o projeto para pedir orientação após ter ficado desempregado, o que dificultava a continuidade e permanência no curso. “Há cerca de um mês, a professora Leila Mourão me acompanha e o apoio tem sido fundamental. Ela tem me mostrado que a vida é feita de fases e que há incentivo para nunca desistirmos”, declara.

 

O projeto está à disposição dos alunos. Para agendar acompanhamento, basta entrar em contato com os professores pelos e-mails institucionais: [email protected], [email protected], [email protected], [email protected] e [email protected]

 

Por Fabyane Melo, 6° período 

 

Bate-papo Compartilhado

Encontro promovido pelo Instituto Compartilhar debateu esporte e empreendedorismo

O Instituto Compartilhar promoveu, na última segunda-feira (09/09), o Bate-Papo Compartilhado, no teatro Clara Nunes, na Gávea. A ação social teve como finalidade direcionar a renda para a instituição, reunindo profissionais consagrados do esporte, como o ex-técnico da seleção masculina de vôlei e fundador do instituto, Bernardinho, e o CEO da grife Reserva, Rony Meisler, para falar sobre esporte e empreendedorismo. 

Mediado pela CEO do Grupo Eleva Educação, Duda Falcão, o talk show contou com debates relacionados à trajetória de ambos os profissionais e os desafios vivido por eles na carreira. Bernadinho destacou alguns pontos vivenciados nas atividades com as equipes com as quais já trabalhou e na que atualmente dirige. “A disciplina dentro do esporte é algo muito importante e isso eu sempre cobrei de todas equipes que dirigi. Busco sempre trabalhar a resiliência, que é algo que faz parte da vida do atleta, que muitas vezes recebe um não na vida e tem que entender que isso é natural, seja ele um profissional em formação ou já consagrado”, ressaltou.

Já o fundador e CEO da grife Reserva, Rony Meisler, comentou como o processo de empreendedorismo se configura na sua empresa, desde a cultura da marca, o papel que cada pessoa vai exercer dentro dela e a relevância dos conceitos. “Faz parte da boa liderança estimular o melhor de cada um todos os dias. Buscamos sempre profissionais que estejam dispostos a embarcar na cultura da empresa e os estimulamos a trazer novas ideias, inovação e conhecimento para todos os processos e experiências, que muitas vezes trazem do cotidiano”, afirmou. 

Para as pessoas que desejam empreender, abrindo negócios próprios, Rony deu algumas dicas para alcançar o sucesso e prosperar. “O primeiro passo é buscar conhecimento, porque quando você gosta do que você faz é mais fácil de se potencializar. Depois, ter coragem de botar de pé as ideias, independente da dificuldade”. Já o técnico Bernardinho reafirmou a importância da disciplina. “É muito importante incentivar os jovens a buscarem as oportunidades e fazerem as coisas acontecerem. O maior desafio é ter disciplina e dedicação para alcançar sonhos”, finalizou. 

 

Por Lucas Candido Silva Alves, 8° período

UVA ganha MídiaLab

O laboratório inicia as atividades abrigando projetos de Jornalismo e Publicidade no Campus Tijuca. Objetivo é desenvolver projetos multi e transdisciplinares em pesquisa, inovação e empreendedorismo

 

Um espaço para desenvolvimento e integração de projetos. Foi com esse intuito que as coordenações dos cursos de Jornalismo de Publicidade e Propaganda do campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida (UVA) propuseram o MídiaLab. Com o apoio da reitoria e da direção do campus, a inauguração aconteceu na última segunda (9/9) e contou com a presença dos coordenadores e professores dos cursos de comunicação, além os alunos participantes dos projetos abrigados no laboratório, em evento produzido pelos estudantes em prática profissional no Laboratório de Promoção e Eventos. Trata-se de uma iniciativa inédita entre universidades privadas no Rio de Janeiro, inspirada em laboratórios internacionais.

 

Contando atualmente com 10 computadores e infraestrutura para os alunos que fazem prática profissional e estágio supervisionado, o MídiaLab terá projetos divididos em três núcleos: inovação, sob responsabilidade do Jornalismo; pesquisa, começando pelos projetos de iniciação científica na área da Comunicação e, ainda, pelos grupos de pesquisa que deram origem ao projeto de mestrado profissional em Comunicação e Inovação, submetido à Capes; e empreendedorismo, sob responsabilidade da Publicidade.  O espaço também é a nova casa da Agência de Comunicação Institucional (AgeCom) — responsável pelos portais UVA EM FOCO e JOTAUVA, do Jornalismo, e do Núcleo de Pesquisa em Publicidade e Propaganda (NUPp), sob gestão da professora Michele Cruz. Também estão em construção parcerias com mais cursos para a realização de projetos extensionistas que gerem inovações e desafios, no estilo hackathon. 

A coordenadora de Publicidade e Propaganda afirma que a empregabilidade é um dos focos da Casa da Comunicação e um dos motores para a criação do MídiaLab. “Nós precisamos trabalhar a inovação para gerar empregos, que hoje se dão pelo empreendedorismo”, afirmou Ediana Avelar. Outra função é estimular a criação de projetos independentes dos alunos e apoiar o seu desenvolvimento, dando, ainda, suporte à iniciação profissional no primeiro ano após formados. “A sociedade e o mercado exigem que nós tenhamos um olhar para a inovação na área de jornalismo, para pensar em termos de processos, projetos e produtos que possam contribuir para o bem-estar das pessoas”, ressaltou o professor Luís Bittencourt, coordenador de Jornalismo.

 

O MídiaLab já conta com agenda de mentorias e encontros com profissionais para discussão e orientação de alunos, que começaram logo após a inauguração, com o workshop sobre start-ups ministrado por Diego Minone, aluno de Publicidade da UVA que atua na Pluga, primeiro parceiro oficial para desenvolvimento de projetos. Professores e alunos interessados em conhecer mais sobre a proposta, desenvolvimento de projetos ou agendar atividades em parceria podem ir até o local, aberto diariamente entre 10 e 16h, às segundas, terças e sextas, e de 12 às 17h, às quartas e quintas-feiras, ou enviar um e-mail para as professoras com projetos abrigados no local, [email protected] e [email protected].

 

Por João Henrique Oliveira, 6º período

II Reanima UVA

Enfermagem alerta para ação em situações de emergência

O campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida (UVA) recebeu a segunda edição do Reanima Uva, realizado pelo curso de enfermagem, na última sexta-feira (06/09), no Piso Branco (Bloco A). O objetivo foi promover a prevenção da saúde em situações de emergência cardiovascular e orientar os alunos de todos os cursos, funcionários e professores, sobre a importância da realização das manobras de reanimação. Manequins foram utilizados para simular as situações de parada cardiorespiratória e desobstrução de vias aéreas superiores em adultos, crianças e bebês.

 

A parada cardiorrespiratória ocorre pela interrupção da circulação sanguínea, provocando a interrupção inesperada dos batimentos cardíacos. As causas são diversas: choque circulatório, choque séptico, doença cardiovascular, infarto, entre outras. Já a obstrução de vias aéreas superiores em adultos e bebês decorrem de engasgos com comida ou, no caso das crianças, brinquedos, moedas e outros objetos não comestíveis que podem ser ingeridos.

 

A ação demonstrou na prática o que fazer e não fazer em caso de risco de vida enquanto se espera a ajuda especializada chegar. O professor e mediador da ação, Vladmir Fernandes, atuou com os alunos da disciplina de emergência do curso, lembrando que as manobras servem para todos da academia, além das pessoas que passam pelo campus.  “Nosso objetivo é ensinar práticas de primeiros socorros como prevenção. Temos campanha como Outubro Rosa e doenças sexualmente transmissíveis, mas o programa de emergência também é algo que salva vidas”, disse.

 

A aluna Ayme Christina Rosa de Rarvalho, do décimo período, diz que é necessário ter noções de suporte básico de vida. Ela conta, também, um caso que aconteceu no último Reanima UVA: “uma esposa, com o marido e filho, passaram e pediram orientação para ajudar a filha mais nova com o engasgo. Então, é importante, porque com o conhecimento você pode salvar uma vida, seja parente ou não”, afirmou, mostrando a importância do evento.

 

Por Fabyene Melo, 6º período

 

Como o hábito de ler influencia na formação

UVA em Foco esteve na Bienal e conversou com autores e público

 

Para muitas pessoas, a Bienal do Livro poderia ser definida apenas como um evento para quem gosta de livros. No entanto, a feira, realizada de 30/8 a 8/9, no Riocentro, também contou com debates sobre temas como educação e política, além de encontros com autores e apresentações. 

 

O UVA EM FOCO esteve presente nos dias 4 e 6/9 e entrevistou leitores, escritores e professores sobre a importância da leitura, que ainda está longe de ser um hábito para a maioria dos brasileiros. De acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, lançada pelo Instituto Pró-Livro, em 2016, os brasileiros leem em média 4,96 livros por ano. Além disso, cerca de 30% da população nunca comprou um livro. 

A escritora e jornalista Thalita Rebouças, autora de diversos best-sellers infanto-juvenis, destacou a importância da leitura no desenvolvimento de habilidades de escrita e comunicação. “Quanto mais nós lermos, melhor a gente escreve e se comunica. A Bienal é um momento em que todos estão respirando livros e quem não tem o hábito de ler passa a adquiri-lo”, concluiu.

 

Já a escritora Delma Gonçalves, uma das autoras da obra Negras Crônicas, destacou que a leitura enriquece o conhecimento. “A leitura abre muitas portas. Através dela, as pessoas conhecem culturas e realidades diferentes. A leitura ajuda no desenvolvimento cognitivo até mesmo de idosos”.

Para o estudante de jornalismo Guilherme Costa, ler é fundamental para o desenvolvimento profissional. “Costumo ler uma média de cinco livros por ano, principalmente os de jornalismo esportivo, voltados para minha graduação. Acredito que esse hábito me proporciona ter uma escrita muito melhor, além de me dar maior consciência sobre diversos assuntos.”

 

A professora Denise de Oliveira explicou que a prática da leitura deve ser incentivada desde a infância. “Quando a criança começa a ler desde cedo, seja por intermédio da família, ou da escola, ela tende a gostar de livros e isso facilita no desenvolvimento do vocabulário e da própria expressão através de textos ou pela fala.” 

 

“Quando eu estou de férias, eu leio entre cinco ou seis livros, de variados temas. Se eu tivesse mais tempo, com certeza leria mais. O livro nos possibilita criar histórias na nossa cabeça, com a imaginação tomando conta de tudo”, relatou Andressa Vianna, estudante de jornalismo. Ela ainda ressaltou o papel dos livros em possibilitar aos leitores maior embasamento em discussões. “Se uma pessoa lê um livro sobre biologia, por exemplo, e depois assiste a um debate sobre esse tema, ela tem muito mais leque para debater e fazer perguntas sobre esse assunto”, concluiu.

Cerca de 600 mil pessoas e 520 expositores compareceram nos nove dias de evento, que tem a próxima edição programada para 2021.

Por João Henrique Oliveira, 6º período

Novas tendências no Turismo

 

Registro da marca nas plataformas digitais aumentam a visibilidade

A 5ª edição do ciclo de palestras Comunicação Empreendedora aconteceu no último dia 4/9, quarta-feira, na sala A201 do Campus Tijuca. O encontro foi promovido pelo curso de Turismo e recebeu o apoio da coordenadora, Selma Azevedo, com o objetivo de proporcionar a reflexão, o conhecimento e a prática da comunicação em diferentes segmentos de mercado para gerar negócios. 

“O nosso papel dentro da universidade é estar aberto à comunidade e conectar pessoas. Por isso, promovemos o encontro para contribuir para a criação de redes de relacionamento que potencializam as possibilidades”, declarou Selma  Ela ainda afirma que o impacto da tecnologia nos negócios exige das médias e pequenas empresas um perfil inovador para continuar no mercado . 

Na abertura do evento, a palestrante Simone Hipólito apresentou cases com novos modelos de relacionamento e processos dinâmicos. “O protagonista é o cliente e é importante tornar essa experiência bem assertiva”, afirmou. Ela ainda citou a estratégia de uma montadora que personalizou o serviço de carros para fidelizar o consumidor, ao fazer uso de ferramentas como a Internet das Coisas (IOT), realidade virtual, gamificação. 

Em seguida, o diretor de comunicação do Clube Empreendedor, Marcos Nahmias, destacou a necessidade de falar de comunicação em um ecossistema empreendedor, dentro do Coworking – uma forma de pensar os ambientes de trabalho, mais autônomos e inspiradores. Para isso,  disse que a participação de alunos na construção desse novo cenário é indispensável.

Para a estudante de Turismo, Carolina Silva, entender as novas perspectivas é um diferencial. “Trazer a visão do empreendedorismo agrega em nosso conhecimento e estimula a nossa capacidade profissional”, opinou a estudante. O ciclo de palestras realizado em parceria com o Laboratório de Turismo  encerrou ontem no Selina Hostel, com a CEO da Jopen Coworking, Nathallia Picon. 

Karina Figueiredo, 7º período

Oficina de Textos para aperfeiçoar a escrita

Impresso, digital, acadêmico como trabalhar textos e vocabulários específicos

A crescente necessidade de adaptar conteúdos para diversos meios de comunicação e transmitir mensagens de forma clara e objetiva é um dos motivos para oferta da Oficina de Textos, com a editora do Jornal Extra, Cristine Gerk. O curso faz parte do portfólio proposto pela Casa da Comunicação e terá as aulas durante a semana: dias 17 e 19 de setembro, terça e quinta, das 13 às 18h, no Campus Tijuca. O curso é voltado para alunos de graduação e pós-graduação em geral, interessados em aprender como escrever melhor, e tem o objetivo de conduzir o estudante a uma imersão na produção de textos, além de apresentar técnicas para escrever redações em geral.

Com aulas expositivas, a oficina terá prática com exercícios e o feedback individual da professora para que o aluno aprimore a escrita. “No cotidiano, além das aplicações profissionais e acadêmicas, acredito que aprender técnicas e dicas para uma boa escrita seja essencial em um mundo de redes sociais, no qual a escrita ganha tanto protagonismo”, explica Cristine.

Ela também comenta sobre alguns tópicos abordados nos encontros. “Os módulos contemplam vários estilos, como produção de textos científicos, artigos e dissertações nos moldes jornalísticos, ou para internet. Ao fim, há também exercícios de escrita afetiva, um estilo mais solto e artístico”, conclui.

A carga horária total será de 10 horas-aula, divididas entre os dois dias. As inscrições já estão abertas pela internet e alunos da UVA têm 10% de desconto se fizerem a matrícula presencialmente, na Central de Admissão. Alunos de outras instituições de ensino também podem se inscrever na central de atendimento. O valor é de R$ 150,00 e as turmas deverão ter no mínimo 10 inscritos para serem disponibilizadas.

 

Karina Figueiredo, 7º período

Segundo Fórum de Comunicação, Inovação e Cultura discute audiovisual brasileiro, tecnologia e inovação integradas à cidade

No Centro Cultural da Justiça Federal, os alunos foram os maiores participantes das palestras, que trouxeram pesquisadores de nível internacional 

 

Nos dias 20 e 21 de agosto aconteceu o 2º Fórum de Comunicação, Inovação e Cultura, organizado por professores da Universidade Veiga de Almeida (UVA) e pesquisadores da Casa da Comunicação, no Centro Cultural da Justiça Federal. O objetivo do evento foi gerar discussão entre os alunos a partir da visão das diversas áreas do mercado da comunicação, sendo a inovação parte fundamental. 

 

O primeiro dia foi aberto com a palestra sobre as Perspectivas de Construção de Práticas de Inovação no Contexto da Comunicação, com Jonathas Luiz Carvalho Silva, professor da Universidade Federal do Cariri e coordenador de Programas da Área de Comunicação e Informação (CAPES 2018-2022). O assunto principal foi a inovação especificamente em comunicação. Jonathas ressaltou que eventos como o fórum incentivam os alunos a participar de trabalhos de pesquisa, ajudando na construção do conhecimento. 

 

Durante a tarde, Comunicação, Negócios Sociais e Digitais reuniu Fabro Boaz Steibel, do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS), Ana Elisa Larrarte, assessora da ONU de Programas para o Brasil e Cone Sul, e Jacqueline de Cássia Pinheiro Lima,  professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) na mediação. Mateus Nogueira, aluno de publicidade e propaganda, esteve presente durante os dois dias e, para ele, saber mais sobre do que a ONU é capaz foi muito enriquecedor: “´É uma instituição enorme, que atua em todos os lugares do mundo, então trazer esses representantes para poder falar para e com os alunos é incrível. Eles fazem debates com ótimos temas em favelas e têm pouca verba, o que estimula os futuros comunicadores, nós!”. 

O jornalismo no audiovisual e na cidade 

O segundo e último dia foi aberto com mesa sobre Comunicação, Tecnologia e Inteligência Artificial, com a presença de pesquisador do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Ricardo Medeiros Pimenta, o doutorando em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), João Vitor Rodrigues, e Ana Cláudia Guimarães, jornalista da Coluna Ancelmo Gois, do Jornal O Globo. Eles discutiram a aplicação da inteligência artificial em todas as áreas, desde a Medicina até a área criativa, com mediação da professora da UVA, Adriane Figueirola Buarque de Holanda. 

 

Claro que não podia faltar uma conversa sobre o audiovisual, mediada pela professora da Diana Damasceno. A mesa teve presença da professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), Ariane Diniz Holzbach, que falou sobre sua pesquisa, Desafios das narrativas audiovisuais num mundo verdadeiramente globalizado, que estuda desenhos animados infantis. Dentre as análises apresentadas, Galinha Pintadinha, que começou em uma pequena produtora colocando vídeos no Youtube, em 2006, e desenhos de outras partes do mundo, como Rússia, Índia e Coréia do Sul. “Não havia muitas pesquisas sobre animações infantis, por isso decidi usá-los como objetos de estudo”. Dentre os apresentados, estava o Pororô, programa para crianças sul-coreanas,e além de ser o mais importante do país, expressa emoções de um jeito único. 

 

Representando a Brasil Audiovisual Independente (Bravi) e o Instituto de Conteúdos Audiovisuais Brasileiros (ICAB), Geovana Cypreste apresentou dados sobre o número de produções feitas no país em comparação ao resto do mundo, explicou leis do audiovisual, como a Lei da TV Paga que estabelece três horas e meia de programação regional e nacional por semana em cada canal, em horário nobre, na televisão paga. Além disso, um terço dos canais devem ser brasileiros e devem exibir doze horas de produções independentes. “A obrigação seria exibir 8,3% por ano em peças brasileiras em horário nobre. Em 2016, chegou à 64%”, afirmou, divulgando que o setor corresponde à quarta maior indústria do Brasil. 

Na parte da tarde aconteceu a última mesa do evento. A mediadora Vania Fortuna, professora da UVA, abriu com um breve resumo sobre a história da cidade do Rio de Janeiro, que seria o tema abordado durante a palestra, explicando as mudanças feitas por Pereira Passos e complementando com o jornalismo sendo um ator muito importante na comunicação e registro das mudanças do município. Ronaldo Lapa, subsecretário de Articulação Política e Acompanhamento dos Municípios, ligado à secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, deu continuidade ao assunto falando sobre as transformações na cidade, relacionadas à comunicação, além de abordar o relacionamento entre gestores municipais, meios de comunicação e sociedade, nos exemplos das gestões de César Maia e Eduardo Paes. “César Maia usou a comunicação como gestão. Eduardo Paes usava a mídia de forma pesada, se expondo de todas as formas possíveis”, disse Ronaldo. Logo depois, o professor da UVA Carlos Eduardo Nunes-Ferreira falou sobre a cidade como mídia e como trabalhar desigualdades do ponto de vista da arquitetura e da sua integração com a sociedade. 

A aluna do segundo período de jornalismo, Bruna Zappelli esteve presente nos dois dias de fórum e comentou a importância do evento para os alunos de comunicação em geral: “É interessantes para os alunos observarem todas as possibilidades que eles tem para seguir, e escolher qual caminho eles querem. Então, eu acredito que para os alunos de comunicação esse tipo de evento é você criar possibilidades perspectiva de que é possível chegar onde você deseja”. Além disso, para aluna, os eventos deveriam abordar como o estudante pode lidar com as suas inseguranças para escolher a futura área de trabalho. “Qualquer pessoa de comunicação quando se depara com milhões de possibilidades, então acredito que como trilhar o seu caminho e saber a escolha certa pode ser mais falado, e abrir espaço para expressarem suas inseguranças e para ser trabalhado de forma geral”.

Por Luiza Almeida, 5° período

Do campo para as telas

Egresso da UVA apresentará documentário no CINEFOOT

 

Um evento para quem gosta de cinema e futebol em um só lugar. O Festival de Cinema de Futebol (CINEFOOT) chega, em setembro, à 10ª edição de mostra de produções cinematográficas com curtas e longa-metragens de narrativas sobre histórias do futebol brasileiro. A exibição acontece dos dias 5 a 10/9, no Rio de Janeiro, de 6 a 9/9, em Niterói, de 11 a 15/9, em Belo Horizonte, e de 12 a 16/9 em São Paulo.

O egresso de jornalismo da Universidade Veiga de Almeida, Jerson Pita, foi um dos selecionados para participar na categoria não competitiva e informativa, com o documentário Nada nos para, produzido a partir da paixão de uma  torcida organizada do seu time de coração, o Duque de Caxias FC, tema de seu trabalho de conclusão de curso (TCC). “Eu já conhecia o Cinefoot desde que entrei na graduação. No processo de finalização do meu TCC, o meu orientador falou sobre a qualidade da produção e me indicou algumas especificações técnicas que me colocariam em potencial de disputar com outros filmes. A partir desse momento eu coloquei como meta pessoal a participação do meu documentário no evento”, contou o jornalista. 

O curta narra o apoio incondicional da Infernizada Tricolor ao Duque de Caxias durante todos os jogos dos campeonatos dos quais o time participa. “Eu queria fazer algo mais prático e fugir do formato tradicional da monografia. A maior dificuldade foi o processo de edição. Filmamos mais de 6 horas de conteúdo durante meses para transformar em 20 minutos de filme. Já a parte que eu mais gostei foi a filmagem dos jogos”, explicou Jerson.

O orientador do projeto, o professor Gustavo Lacerda, o Guto, afirmou que a percepção do aluno foi um ponto importante. “Ele teve a sensibilidade de falar sobre os times periféricos da baixada, mostrando seu olhar durante a captação das imagens, vídeos e áudios, trazendo luz para os times que têm menos visibilidade. Como professor, estimulo os alunos para observarem nas produções audiovisuais como uma ferramenta para olhar para o mundo, ao escutar histórias e ouvir novas narrativas”, destacou. 

 

Serviço:

Para mais informações sobre o Cinefoot, visite o site https://cinefoot.org/

O documentário completo está disponível no link: https://www.youtube.com/watch?v=2WXYQIcUXvo

Por Lucas Candido Silva Alves, 8° período

Psicologia na saúde e na sociedade

Campus Tijuca da UVA recebe a XXIII Semana de Psicologia 

O campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida (UVA) recebeu entre os dias 26 e 30/8 a XXIII Semana de Psicologia, o XVI Encontro do Mestrado em Psicanálise, Saúde e Sociedade, e o XIX Encontro do Doutorado, Saúde e Sociedade, que têm como objetivo, em mesas redondas e palestras, debater temas da área da Psicologia com alunos, ex-alunos, docentes  e interessados no assunto.

A abertura contou com a presença da coordenadora do curso, Danielle Lamarco, e a aluna do sexto período, Yasmin Porto. As duas explicaram sobre o novo projeto dos alunos, o Centro Acadêmico, e o que ele representa.

Para a aluna do segundo período, Vitória Santos, a atenção para o evento é necessária, pois os alunos conseguem adquirir, através das experiências dos palestrantes, maior aprendizado em diversas áreas. “Ajuda no conhecimento e esclarecimento na prática. Podemos também ouvir a opinião de quem já trabalha, para obter orientação para a nossa carreira”, diz.

Ao longo da semana, as palestras abordaram temas diversos relacionados à saúde e à sociedade. Palestras como Ética, Política e Corpo basearam as discussões em projetos de mestrado e doutorado das alunas Andreia Camargo, Mônica Vulej e Vera Stooco, orientados pela professora Sônia Borges.

Dentre os palestrantes, o terapeuta gestáltico Marcelo Pinheiro da Silva  falou sobre Encontro, Superação e Saúde, a partir da Terapia Gestalt. Comparando o psicólogo a um antropólogo, já que é necessário entender um pouco mais sobre o paciente e seu passado para poder direcioná-lo para o caminho que levará a superação do problema, afirmou: “na gestalt-terapia não há modelo de certo ou errado”.

O evento acontece todos os anos e este ano coincidiu com a data em que é comemorado o Dia do Psicólogo (27 de agosto). Todos os anos, as pesquisas e temáticas em estudo na graduação e pós-graduação integram alunos de todos os períodos, além de mestrandos, doutorandos e egressos, na discussão de temáticas relevantes para a sociedade e, dessa forma, a profissão de psicólogo.

 

Por Fabyane Melo, 6° período e Fabyene Melo, 6° período