Agência de Comunicação Institucional UVA

Criativos da Artplan participam do PubliUVA Summit 2020

Publicitários são ex-alunos da UVA

 

O “PubliUva Summit”, que aconteceu na noite da última segunda-feira, teve como palestrantes uma das duplas de criativos da Artplan, Rodrigo Lopes e Luiz Cesar Faria, conhecido como Steve. A live foi transmitida pelo CasaCom Conecta, canal do Youtube dos cursos de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo da Universidade Veiga de Almeida.

A coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda, professora Ediana Avellar,  e sua equipe organizaram o evento. Ex-alunos da UVA, os publicitários convidados  bateram um papo sobre o perfil profissional procurado pelas empresas. Rodrigo Lopes é redator e já trabalhou em diversas agências. Luiz Cesar Faria começou a carreira como diretor de arte na ArtPlan, e conta com um acervo de prêmios nacionais e internacionais 

 Os publicitários conversaram sobre vida acadêmica e profissional e suas expectativas em relação ao mercado de trabalho. Além disso, também falaram do trabalho na ArtPlan e como a empresa lida com a realidade da pandemia do novo coronavírus. 

 

 Sandy Folly, aluna do sexto período do curso de Publicidade e Propaganda, assistiu à live e disse que gostou muito da forma como as experiências de ambos os palestrantes foram abordadas. Afirmou ter se sentido incentivada a aprender a língua inglesa por conta das questões levantadas pelos profissionais. “Achei super bacana o que eles falaram sobre a questão da necessidade de ter um olhar minucioso dentro da publicidade”, apontou a estudante.

  

A live contou com uma apresentação de slide, preparada por Rodrigo e Luiz Cesar, que explicou alguns conceitos da publicidade, como o squad. “No nosso caso, o squad é como se fosse uma evolução dessa horizontalidade, porque misturou todo mundo. Nosso diretor de criação está ali, ao alcance do nosso braço”, ressalta Rodrigo. Eles também relataram que a empresa oferece total apoio aos funcionários nesse momento de trabalho remoto.

 A palestra foi encerrada com dicas de produtividade na quarentena, ressaltando 

que os alunos devem aproveitar o distanciamento social para fazer cursos online que contribuam para a formação e especialização, além de tentarem manter o equilíbrio e otimismo.

Maria Clara Gobbi, 6° período, e Tayane de Oliveira, 6° período

Aula inaugural do curso de Publicidade e Propaganda da UVA traz publicitário do Google para conversar com os alunos

Nesta segunda-feira (14), o canal do Youtube CasaCom Conecta, dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Universidade Veiga de Almeida, transmitiu a aula inaugural da Publicidade, que trouxe para conversar com os alunos Caio Avelar, Growth do Google. O  publicitário falou, diretamente da Califórnia, sobre sua trajetória profissional e deu várias dicas aos participantes da live.

O convidado destacou a necessidade de se ter a  mente aberta para a diversidade, pois pensar a inclusão social é essencial para se tornar um bom profissional. Além disso, enfatizou a importância dos alunos entenderem a linguagem da programação, não terem medo da matemática e saberem falar inglês. 

 Aprender a língua inglesa, na opinião de Caio, é essencial para o profissional se relacionar globalmente. “Eu não estou dizendo para você dominar o inglês ou ser fluente nele. Quando entrei no Google, eu falava o mínimo e suficiente para me comunicar”, disse.  Ele ainda sugeriu que os estudantes busquem aprendizados que os tornem mais criativos e estratégicos. “Tenham conhecimentos diversos e sabiam para além dos  assuntos que vocês já dominam. Saibam um pouco de tudo”.

 Segundo Caio, ter a mente de um aprendiz faz toda a diferença, porque sempre há algo novo a se aprender. “O meu maior medo é achar que já sei tudo. Por isso, a dica que eu dou é: seja uma pessoa aberta ao aprendizado. Seja uma pessoa confiante, mas não seja arrogante”.  Além de estar aberto a novos conhecimentos, deve-se ter atenção à diplomacia no comportamento e nas ações. “É essencial que você seja uma pessoa que saiba dialogar e que tenha respeito pelo outro. Você precisa saber se relacionar bem com as outras pessoas e negociar com elas no sentido positivo da palavra”, ressaltou.

 Não só o bom relacionamento com os colegas de profissão é importante para se tornar um bom comunicador. Para atuar no mercado de trabalho, também é exigido que o profissional tenha conhecimento em programação e saiba lidar com números. “Existe um pré-conceito de que o comunicólogo não entende de matemática e não é bom em exatas.

Eu não estou dizendo que você precisa ser um engenheiro. Não é isso. Você não precisa saber tudo, mas você precisa não ter medo de encarar o número”.

 Além de perder o medo dos cálculos matemáticos, Caio aconselhou que os alunos buscassem estágios de uma forma mais abrangente, ainda mais sendo a primeira experiência profissional. Ele não acredita em carreiras lineares, embora elas existam. “Mesmo que não seja uma vaga que não é exatamente a que você sonhou, pense em como transformá-la em uma experiência rica que pode levá-lo ao próximo passo dentro da sua carreira”, explica. 

 

Letícia Montilla da Silva Braga, 8° de Jornalismo

Curso de Letras da UVA oferece aulas de inglês virtuais e gratuitas no Projeto Freire Mandela

Universidade Veiga de Almeida abre inscrições para o Projeto Freire Mandela, que visa o ensino da língua inglesa, por meio de iniciativa criada pelo curso de Letras/Inglês. As aulas que ocorrem desde 2015 tiveram seu sucesso potencializado pela virtualização. A idade mínima para participar do projeto é de 15 anos. Os interessados têm até o dia 22 de setembro para fazer o cadastro no link abaixo.

Devido à adequação ao ensino a distância, agora o projeto tem a oportunidade de atender interessados em melhorar o nível de inglês por todo país, dentro e fora da comunidade da universidade. O curso que contou com a presença de 399 alunos em 2019, em 2020 já contava com 1080 até o dia quinze de setembro. Com isso o número de alunos tutores subiu de dez para quarenta e três.

Além de alunos por todo o país, o projeto também tem a intenção de atender interessados que se encontram em vários níveis de proficiência na língua inglesa, indo do básico 1, até o pré intermediário. A turma que o aluno mais se adequa é decidida através de um teste de nivelamento encaminhado logo após a inscrição. 

Os participantes que forem estudantes da Veiga de Almeida e tiverem presença de pelo menos 75% nas aulas receberão um certificado de trinta horas em atividades complementares. 

Para se inscrever basta clicar aqui 

Letícia Freitas, 7° período.

 

Pós-Graduação de odontologia faz seu encontro online pela primeira vez

O evento contou com a presença de grandes nomes da área de pesquisa 

 

Na última quarta-feira (16), o curso de pós-graduação de Odontologia da Universidade Veiga de Almeida se reuniu para o 10º Encontro do Programa PGO: A translação da pesquisa odontológica da pesquisa básica à clínica. Pela primeira vez no ambiente online, o corpo docente trouxe convidados de outros estados para os alunos. 

As apresentações foram abertas com um comunicado da reitora Beatriz Ballena, dando boas-vindas aos alunos presentes na transmissão ao vivo. Em seguida, o professor de bioquímica da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Willian Zambuzzi explicou aos participantes que “sinalização intracelular distingue respostas celulares à diferentes topografias”. Ele coordena o laboratório de Bioensaios e Biologia Molecular na faculdade, e trouxe exemplos das pesquisas dos alunos.

Em seguida, o professor Jamil Shibli, da Universidade de Guarulhos (UnG), fez a apresentação sobre “Manufatura aditiva e impressão 3D na regeneração tecidual”. Com ênfase em implantes dentários e na importância da tiragem em 3D, Jamil também mostrou projetos com alunos.

Para finalizar a tarde de apresentações, José Mauro Granjeiro, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e do INMETRO, falou sobre um tema que classificou como uma conexão entre os dois anteriores, “Bioengenharia e Bioimpressão: O papel da metrologia em apoio à inovação na revolução 4.0”. Ele ainda compartilhou experiências com os seus alunos durante a pesquisa, e respondeu perguntas da plateia virtual presente. 

 

Luiza Almeida, 7º período

VII Semana de Engenharia Elétrica da UVA começa em noite movimentada

Mais de 170 visualizações simultâneas marcam primeira palestra

 

Nesta segunda-feira (14), teve início a VII Semana de Engenharia Elétrica da UVA de forma virtual. O tema “Operação do SIN: O SIN sob a visão conjunta da ONS e do Agente Gerador” foi apresentado por Francisco Arteiro, ex-diretor do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), e Sérgio Canella, ex-gerente de Furnas. O Sistema Interligado Nacional (SIN) é responsável por produção e transmissão de energia elétrica.

A partir de iniciativas individuais, com empreendedores focados em eletrificação local, o governo começou a criar estatais na década de 1960 para o setor de energia, sendo Furnas a do sudeste. Arteiro explica que o sistema atual é conectado e resiliente, mas nem sempre foi assim – a interligação do país começou nos anos 1990, numa época de escassez de recursos para criação de usinas com reservatórios. Os desafios são regular preços e manter o sistema estável, visto que há presença de máquinas assíncronas.

Canella acrescenta que, agora, o sistema não é mais tão hidráulico, e que, até os anos 2000, transferir energia era o mesmo que enviar água. Considerando as atuais formas de captação e produção de energia, a interligação é importante devido à sazonalidade hidrológica complementar, ou seja, a época de chuva das regiões é diferente, assim como a diferença entre períodos de ventos e sol.

As energias eólica e solar dependem das condições de tempo, enquanto a hidroelétrica é influenciada por mudanças no clima, que é mais constante. De acordo com Arteiro, a instabilidade do tempo justifica maiores reservas de potência para suportar variações de carga e da captação, e isso aumenta a complexidade do sistema. Da mesma forma, as energias térmica e hidráulica são necessárias porque trazem estabilidade ao sistema elétrico.

Olhando para o escopo social, todas as formas de energia trazem impactos para a sociedade. Quem controla a energia hidroelétrica, segundo Canella, é responsável pelas pessoas que moram ao longo dos rios, devido ao controle das cheias. A obtenção de energia a partir de vento e sol, principalmente na região nordeste e no norte de Minas Gerais, colabora com o giro de capitais, porque muitos terrenos são arrendados.

Arteiro recomenda aos que estão terminando a faculdade de Engenharia Elétrica que “mergulhem em proteção e em estabilidade dinâmica”, enquanto Canella sugere, para quem quer trabalhar com controle do SIN, saber sobre hidrologia, estatística, eletrotécnica e programação linear. “Um conselho que eu tenho para dar é nunca perder os ensinamentos da faculdade”, Canella acrescenta. Mais informações sobre os próximos eventos da VII Semana de Engenharia Elétrica estão disponíveis no instagram @seeluva.

 

Julia Barroso, 7º período

 

Equipe de Pesquisa em Saúde do SPA da UVA fala de Setembro Amarelo e serviços prestados pelo instagram

Perfil @pesquisasuicidio.spauva aborda o tema por meio de lives e quiz

 

A Equipe de Pesquisa em Saúde do Serviço de Psicologia Aplicada (SPA) da Universidade Veiga de Almeida criou o perfil do Instagram “@pesquisasuicidio.spauva” como solução ao distanciamento social que impediu que os atendimentos clínicos, e presenciais, continuassem. Na página é possível encontrar lives, quiz e informações sobre o suicídio, depressão e ansiedade.

 

O Setembro Amarelo é uma campanha organizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). O movimento ocorre todo os anos, desde 2014, com o objetivo de alertar e conscientizar a população sobre o suicídio. O dia 10 de setembro  é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio e segundo a OMS, em 2019, um suicídio ocorre a cada 40 segundos no mundo inteiro. 

 

A professora de Psicologia e Supervisora da Equipe de Pesquisa em Saúde, Barbara Carissimi, junto com aos 10 alunos orientados resolveram desenvolver um ação para minimizar o impacto da ausência de atendimentos. E foi assim que surgiu o perfil do Instagram. O objetivo do projeto é de informar a sociedade desses sintomas e de estimular um olhar mais sensível ao acolhimento da dor do outro. “E assim começamos a apresentar as lives semanais, que conta com a minha mediação e com a apresentação das pesquisas da nossa equipe. Estamos trazendo essa temática para sair do lugar de tabu e para instruir e mostrar para sociedade como lidar com os entes queridos, colegas de trabalhos e amigos que estão em processo de sofrimento”, explica a professora Bárbara. 

 

A equipe, com a chegada do Setembro Amarelo, pensou em produzir ações e conteúdos diferentes. Como por exemplo, estão sendo publicadas algumas apresentações de pesquisas sobre o suicídio, informações de congressos e eventos que estão acontecendo em outras instituições e vídeos de crianças contando como elas reagem ao percebem que um amiguinho está triste. “Isso é para dizer o quão importante é que a família eduque a criança para que ela seja mais sensível e empática a dor do outro. Já nos stories estamos publicando quiz de mito ou verdade sobre o suicídio com a participação, por enquete, da audiência. O nosso público é a sociedade. Não é somente e exclusivamente psicólogos ou estudantes de psicologia”, explica a professora. 

 

Depois do início do projeto, a equipe tem recebido feedbacks positivos. Cada retorno vem acompanhado de uma história de identificação dos sintomas que foram esclarecidos, após as lives, e de um elogio de como o tema é tratado pelo perfil, já que é abordado com leveza. A professora Bárbara conta a importância de falar sobre esses assuntos durante o ano todo e não somente em setembro: “é quebrar paradigmas, modelos vigentes e variáveis que engessam o olhar da sociedade para sintomas que são extremamente graves. Vivemos em uma sociedade midiática, de ideais, da performance e da produtividade. Todo aquele que difere desse ideal é segregado e discriminado. A gente precisa acabar com isso e acolher essa dor, e rever esses ideias para minimizar essa incidência de suicídio. Por isso, é preciso quebrar o tabu do suicídio e construir paradigmas a partir da informação, educação, do conhecimento e do acolhimento”. 

 

E por fim a professora Bárbara explica que a comunicação é o melhor caminho para diminuir os grandes índices de suicídio. “Sabemos, de acordo com os dados da OMS, que de 10 suicídios, 9 poderiam ter sido evitados. Sendo assim, falar é a melhor solução e é a cura. Então, é preciso abrir o espaço para a fala!”. 

 

Fabyane Melo, 8° período

Cursos de Jornalismo e Publicidade da UVA encerram semestre com música ao vivo e muito otimismo

Live homenageou alunos e professores, que se superaram em tempos crise

 

Depois de um semestre diferente e desafiador, nada melhor que um encerramento com muita música e otimismo. Desde o decreto que imprimiu o distanciamento social por conta do novo coronavírus, as aulas são virtuais. Com apenas uma semana para efetivar as mudanças necessárias ao andamento do semestre, professores encararam a missão de reorganizar conteúdos e aprender novas possibilidades de atuação no ambiente on-line.

Com o objetivo de agradecer o empenho dos mestres e a superação dos alunos diante de um momento de crise, a Casa da Comunicação organizou uma live com várias surpresas. Vídeos com os professores enviando mensagens de amor e carinho ao alunos deixaram o participantes emocionados. A reitora Beatriz Balena fez um depoimento elogiando estudantes e corpo docente pelo trabalho neste ano atípico. 

Os formandos de 2020.1 foram parabenizados pelos alunos que comandaram a live. Finalizando o evento, o músico e aluno de publicidade, Eric Borba, fez um show de casa. Ele está no ínicio da carreira e afirmou que sempre sonhou em fazer um show na Universidade Veiga de Almeida. Com músicas autorais e covers de Tiago Iorc, Nando Reis e DJavan, Eric animou o público nessa festa de fim de semestre.

 

Luiza Almeida, 6º período

Coletânea de trabalhos de alunos do curso de Engenharia Ambiental é lançada em e-book sobre meio ambiente

No dia 5 de junho, em que comemora-se o Dia Mundial da Saúde, a professora Viviane Japiassú, do curso de Engenharia Ambiental lançou o e-book “Falando de Meio Ambiente em Quadrinhos”, livro sobre meio ambiente que reflete sobre o tema de forma didática e interativa. A publicação é uma coletânea dos trabalhos produzidos pelos alunos da disciplina de ecologia e sustentabilidade

A obra apresenta 21 histórias em quadrinhos criadas pelos alunos da disciplina. Cada capítulo aborda um tema diferente: Sucessão ecológica e produção primária; Indivíduos, Populações e comunidades; e Espécies exóticas, nativas e endêmicas, além de um jogo de palavras cruzadas que testa o aprendizado do leitor a partir dos quadrinhos. “Queria que os alunos se envolvessem mais ativamente na realização do trabalho se tornando autores do produto final, e se apropriando desta ferramenta muito útil para projetos e campanhas de educação ambiental”, explica a professora Viviane.

Estudar um determinado tema utilizando como metodologia esse tipo de linguagem é muito interessante. O aprendizado e as reflexões são desenvolvidas a partir de atividades leves e divertidas que estimulam a produção científica. “Ao invés de uma abordagem tradicional, como uma resenha ou um trabalho dissertativo sobre os conceitos abordados, solicitei que cada aluno criasse uma história em quadrinhos que combinasse elementos visuais e textuais para explicar e exemplificar estes conceitos”, disse.

Ao final do projeto, todos estavam orgulhosos, já que além da experiência, os trabalhos foram publicados e disponibilizados como material de ensino. De acordo com a professora Viviane, o livro foi elaborado segundo a nova metodologia da UVA, o UVA Maker, que tem como foco contribuir para a Agenda da ONU de 2030 e seus ODS. “O e-book foi desenvolvido em alinhamento com esta nova metodologia da UVA e está em alinhamento com o ODS 4 – Educação de qualidade e o ODS 15 – vida terrestre”.

O e-book foi divulgado em diversos sites especializados em meio ambiente e alcançou na semana seguinte ao lançamento cerca de 700 visualizações em sua página de download, apontando o sucesso da publicação.

 

Por Lucas Bacil, 7º período

Marketing Digital em tempos de crise é tema do Projeto Live

Na quinta-feira, dia 18, aconteceu mais uma conversa do “Projeto Live” da Universidade Veiga de Almeida (UVA). Dessa vez, convidaram Victor Azevedo, que é professor de Publicidade e Propaganda para falar do tema “Marketing Digital em tempos de crise”. A live ocorreu no perfil oficial da universidade no Instagram com a duração de uma hora.

O evento, que tem acontecido toda quinta feira desde o dia 7 de maio, é produzido, pensado e divulgado pela Universidade Veiga de Almeida. As live já abordaram diversos assuntos, desde o descarte de lixo residencial na pandemia até a importância da reabilitação pulmonar para curados da Covid-19. A programação do projeto está prevista até o dia 16 de julho. “O nosso objetivo é conversar com especialistas da casa e abordar questões relacionadas aos desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus em diversas áreas do conhecimento e do mercado”, comenta o mediador da live. 

O início da conversa se deu com o professor Victor explicando o que significa Marketing e a diferença para o digital. Ele comenta que área é o estudo de comportamento e influência, seja ela social, pessoal ou familiar. “Existe uma distinção entre Marketing e Marketing Digital? Porque se o Marketing é esse estudo, o que é então o Marketing Digital além de o marketing aplicado à mídia digital? Meu questionamento para isso é: será que ainda existe esse termo? Pode se dizer que, hoje, essa nomenclatura está em desuso. Ao meu ver,  tudo é marketing, só muda a mídia”.

A live seguiu com o professor Victor apontando as principais mudanças e impactos da pandemia para o mercado, para a empresa, para o consumidor e para o Marketing Digital. Para o professor, a crise do novo coronavírus serviu para mostrar para as empresas que é preciso gerar conteúdo e não tem como não estar presente nas plataformas digitais. “As empresas precisam entender que, hoje, não existe só o ponto de contato físico como a de venda direta e de entrega. Antes disso, tem Zero Moment of The Trut (ZMOT) que é a busca de informações sobre aquela empresa, antes da compra. E é exatamente nesse momento que a marca poderia estar gerando algum conteúdo para criar um ponto de contato com o cliente e assim, nutrir, em cima disso, um índice de consumo”. 

Além disso, o professor continuou o assunto ao apontar que a pandemia está gerando mudanças no comportamento do consumidor. Sendo assim, necessário que as empresas acompanhem essas transições. “Nós tínhamos um comportamento de já ficar em casa. O streaming é exatamente isso. O home office já estava presente nas nossas vidas, só não era explorado. Eu aposto em um redesenhamento no comportamento de consumo. Se aquele setor não adaptar e entender a mudança, ele quebra. 

Por fim, a live se encerrou com o professor Victor dando dicas para quem quer empreender nesse novo cenário. “Se você for vender não comece direto por e-commerce. E sim por Marketing Places menores, como Instagram e Mercado Livre para ver se você vai dar conta. O que vale é entender em que nível você está. Imagina que deu um reset no sistema e que todo mundo agora pode fazer coisas novas. Então, qual será o seu próximo passo?”

 

Por Fabyane Melo, 7° período

 

Curso de Gestão de RH da UVA pensa a pandemia

Disciplina Gestão Estratégica de Pessoas desenvolve cartilha sobre os impactos na área de gestão de pessoas

 

O novo coronavírus afetou o mundo de diversas maneiras. Entre os tantos segmentos que chamam atenção, está o de gestão de pessoas. Atento à questão, o professor Wagner Salles, que ministra a disciplina Gestão Estratégica de Pessoas no curso de Gestão de RH da Universidade Veiga de Almeida, criou uma cartilha sobre área a partir das discussões com os alunos de primeiro período. 

Pensando a pandemia e seus impactos nas relações trabalhistas, o professor promoveu reflexões sobre o tema no Fórum de Dúvidas da disciplina. A partir disso, a cartilha foi desenvolvida. Trata-se de um documento informativo que busca ajudar gestores, empreendedores e profissionais a observar melhor as consequências na área de Recursos e Humanos e como os processos de gestão de pessoas podem ser adaptados a esse momento complexo. São dicas para gerar ideias nestes profissionais no sentido de enfrentar a crise.

A cartilha aponta para as mudanças que o mercado de trabalho pode sofrer durante e após a pandemia, indicando de que maneira são impactados os trabalhadores, os processos e as relações de trabalho. Também destaca que as orientações de como adaptar os subsistemas de RH podem ser seguidas e gerenciadas de acordo com a particularidade de cada negócio.

O professor Wagner, com vasta experiência em gestão de pessoas, divide seus conhecimentos com os alunos. ‘’Hoje, estou alocado na graduação de Gestão de Recursos Humanos e na de Administração, além do MBA em Supply Chain”, disse. A cartilha sobre os impactos da pandemia na gestão de pessoas, produto de uma disciplina, mostra que o curso de Gestão de RH da Uva está alinhado às discussões urgentes e necessárias ao momento atual.

 

Bárbara Barth, 6° período.