Biblioteca da UVA acerta em cheio na acessibilidade!

A Universidade Veiga de Almeida possui grande demanda de alunos, inclusive os especiais, com algum tipo de deficiência, fazendo necessária a adequação de seus espaços para melhor aproveitamento de tudo o que é oferecido no campus. Pensando nisso, há quase dois anos foram criados projetos através de uma comissão especializada em alunos especiais. Na biblioteca, espaço muito frequentado e importante para os estudantes, é possível encontrar aparelhos específicos e até uma sala funcional para portadores de deficiência, seja ela visual, física ou auditiva.

Quem não quer se sentir à vontade no local em que estuda? A iniciativa de adaptar espaços da biblioteca, especificamente para deficientes, trouxe para os alunos credibilidade e confiança na faculdade, já que facilitou o processo de aprendizagem e o acesso a informação. A primeira aquisição e disponibilidade foi uma “escadinha”, trazida para ajudar um aluno que tinha Nanismo, ou seja, uma pequenez, que, nesse caso, o impossibilitava de alcançar certas alturas. Os próximos planos colocados em prática com a participação da bibliotecária Flávia Fidelis, expressam o carinho depositado em cada mudança.

“O MEC exige que instituições de ensino estejam preparadas para receber todos os tipos de alunos, independente da limitação deles”, contou Flávia. O cuidado com esse tipo de público é necessário e a UVA soube lidar com isso. A construção da sala funcional para deficientes disponibiliza aparelhos que transformam livros em audio books, uma impressora que permite a impressão em braile, um instrumento de leitura que atende aqueles com membros do corpo encurtados, até uma lupa inteligente capaz de aproximar textos e ajustar o foco, para os que possuem só uma parcela da visão. Tudo é muito bem conservado e fica disponível para os alunos, que podem levar grupos de colegas para criar trabalhos e projetos no local.

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E não é só isso! Os atendentes do balcão da biblioteca contam com dois tablets direcionados para o público com deficiência auditiva. Através de um aplicativo chamado Hand Talk, que possui um modelo bem jovem, é capaz de transformar as frases, em língua de sinais, tornando possível a comunicação entre o aluno e o atendente. A coordenadora do curso de Fonoaudiologia, Rita Lenize, está à frente de todas as mudanças feitas no local. A utilização do aparelho está sempre disponível! O nível de acessibilidade da nossa faculdade já é assunto que traz satisfação e todos os alunos beneficiados são bem-vindos. Para eles, orgulho mesmo é estudar num local que os abraça e incentiva seus estudos. Bom trabalho, UVA!

Laboratório de Comunicação Interna, Nathália Martins, 7º período de Jornalismo, Universidade Veiga de Almeida – campus Tijuca

 

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