ALUNOS

A moda a serviço do talento e da imagem

O mercado de trabalho na indústria da moda é dinâmico e busca por profissionais plurais, com muitas referências e informação. Para a moda é importante conhecer todo o processo de criação e construção de imagem. O curso de modelagem permite ao aluno aprender sobre planejamento, maquinários, técnicas, tempo e custos de uma produção.

Aline Monçores, Coordenadora do curso na Universidade Veiga de Almeida, diz o que os alunos podem esperar do curso. “ O aluno irá aprender a modelar plano e tridimensionalmente tanto manual como com softwares, terá aulas de costura, têxteis, representação técnica, custos e planejamento. ” É um curso com duração de dois anos e meio.

Aline fala sobre as mudanças do setor ao longo dos anos no Rio. “A moda carioca pode ser dividida em três momentos: o primeiro seria a era de ouro, o segundo um pouco mais depressivo, com maior recessão na indústria, e agora estamos vivendo um momento de reconstrução”.  Para Aline, o Rio colaborou para a identidade visual brasileira na moda. A era de ouro trouxe muita inovação para o que reconhecemos hoje como a moda no Brasil. 

Em 2021, o curso de moda da Universidade Veiga de Almeida completa 25 anos, como um dos mais conceituados do Rio. Alunos e ex-alunos ganham notoriedade artística e representatividade maior no mercado de trabalho por se formarem em um curso conceituado. Um exemplo é o trio formado por um aluno e dois ex-alunos que vai apresentar seus trabalhos no Vancouver Fashion Week, no Canadá. Fonte: Educa Mais Brasil

“Temos resgatado o papel e importância nacional tanto como criadores e também como mercado de grande importância. E é nessa reconstrução que vejo o curso de Moda da UVA, colaborando no pensar e no fazer uma nova moda carioca. ”O curso de modelagem está presente em dois polos, na Barra e na Tijuca. As inscrições já estão abertas para o próximo semestre.

Como a universidade está localizada em São Cristóvão, bairro considerado um grande polo produtivo, Aline pretende expandir as interações de todos com as instalações e laboratórios da faculdade, “ (…) pretendemos promover eventos, workshops e minicursos não só aos alunos, mas para toda a comunidade. “Essas ações permitem a visibilidade de projetos criados por alunos e ex-alunos, como Yuki Mendes, que projetou acessórios conectados por arduino as roupas. ”

 

Dayane Rodrigues, 7° período, Jornalismo.

 

 

Mercado de trabalho no Esporte Eletrônico

O E-Sports, ou esporte eletrônico, é uma modalidade de competição profissional com videogames e em tempo real. Os jogos mais populares são Counter-Strike, Street Fighter, Fifa, PES e League of Legends (LOL). Essa competição é reconhecida desde 2000 oficialmente na Coreia da Sul. Mas o Brasil não fica de fora, pois há torneios oficiais, como o Campeonato Brasileiro para o jogo de LOL. 

Todo esporte oficial possui jogadores e times profissionais, logo o E-Sport não poderia ser diferente. Sendo assim, também precisa-se de publicidade para que o esporte consiga uma maior divulgação. As marcas que mais apoiam os jogadores dessa modalidade estão relacionadas aos games. Nesse contexto de ascensão, o Núcleo de E-Sports UVA (NeS) criou o primeiro evento de jogos eletrônicos na UVA. No dia 25/11 tiveram debates sobre o assunto e a grande final do torneio. 

Porém, com tanta visibilidade relacionada a essa nova modalidade de esportes, o jornalistas que tiverem interesse em atuar nesta área encontrarão um cenário que ainda é muito novo e inexperiente. O jornalista Felipe Borges, responsável pela comunicação, atendimento e apoio geral no prêmio E-Sports Brasil, conta como é viver de esportes eletrônicos. “O cenário do E-Sport não é consolidado ainda, é um nicho. Por isso que tem muito amadorismo, principalmente no jornalismo”. 

Para o estudante de jornalismo da UVA do 4º período, Victor Hugo, que trabalha no Mais Esports, o complicado, também, é saber lidar com a briga de personalidades que acontece nos bastidores. “Os jogadores possuem um ego forte. É preciso chegar devagar e criticar com embasamento para conquistar o respeito deles”, conta. Ele acrescenta ao dizer que quem possui conhecimento sobre o assunto é quem acaba pegando o lugar do profissional. “Na coletiva não precisa ser jornalista basta ser conhecido e/ou influenciador. Acontece muito essa confusão”.

Mesmo com tantos problemas para uma modalidade crescente, tanto Victor Hugo quanto o Felipe Borges incentivam a ingressão de jornalistas e qualquer outros profissionais de diversas áreas no meio de E-Sports. “Independente do seu curso, ou formação, terá algo para você fazer no esporte eletrônico. Falta design e assessoria especializada, por exemplo”, salienta Felipe Borges. 

 

Por Fabyene Melo, do 6º período. 

 

Associação Brasileira de Ensino em Arquitetura e Urbanismo apresenta trabalhos na Universidade Veiga de Almeida

Evento foi uma parceria entre 15 faculdades na América Latina

 

A Universidade Veiga de Almeida (UVA) recebeu nos dias 12, 13, 14 e 15 de novembro os XXXVII Encontros Nacionais sobre Estudos em Arquitetura e Urbanismo (ENSEA), organizado pela Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (ABEA). O intuito era apresentar pesquisas acadêmicas e trabalhos finais de graduação (TFG). O evento foi uma parceria entre 15 universidades da América Latina para repensar a inclusão social na arquitetura. Entre as brasileiras estavam a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a UVA, sendo a única privada. 

As sessões de comunicação foram dividas entre o auditório e o mini-auditório, contando com a presença de alunos da UVA, professores da associação e o presidente da ABEA, que prestigou os palestrantes. Letícia Miani, aluna da Universidade São Judas Tadeu (USJT), foi iniciou a discussão, apresentando seu TFG sobre análises de intervenção urbana na favela de Monte Cristo, em Suzano, São Paulo. A formanda exibiu o projeto de revitalização da área com base na densidade demográfica do município, expondo o fato que muitos moradores não conheciam a favela na região. “Meu trabalho é a análise do que pode e não pode acontecer na favela de Monte Cristo”, disse.

A apresentação foi seguida pela de Gabriela Borges, arquiteta, mestre em políticas sociais, e professora da Universidade Comunitária da Região de Chapecó que representou sua orientanda, Amanda Pontes, que não pode comparecer. A pesquisa, que era um TFG e se tornou um artigo científico, fala sobre um projeto de revitalização dos bairros São Pedro e Bom Pastor, em Chapecó, Santa Catarina, e tem o intuito de compreender as fragilidades e os interesses dos moradores das regiões. As áreas estudadas recebem um estigma muito ruim dos moradores, porém não é considerada uma favela. O programa também contém soluções para os problemas das áreas estudadas, além da reutilização de espaços vazios nos bairros. 

Apesar de  formandas de faculdades e regiões diferentes, os projetos apresentam muitas similaridades, pois refletem sobre áreas marginalizadas nas cidades. Além disso, a renda principal dos moradores que ocupam essas áreas vêm do trabalho com a reciclagem. As futuras arquitetas tiveram a preocupação em estabelecer um espaço, como um galpão e um contêiner, para que eles realizem a separação do lixo recolhido para ser reciclado.

Entre os presentes, as alunas da universidade Leticia Oliveira, Fernanda Gamos e Yasmmim Gomez, do oitavo período, comentaram a importância do evento na formação dos alunos e a complementação das aulas que elas recebem na UVA: “É legal para ver o que as outras pessoas em outros locais estão fazendo e acompanhar o nível acadêmico das outras universidades”.

 

Por Luiza de Almeida, 5° período

Fotografia na era digital é foco de evento do Click UVA

Com uma programação voltada à era digital, com foco em redes sociais e smartphones, o campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida recebeu no dia 6/11 a oitava edição do Click UVA. O evento, promovido pelo Núcleo de Fotografia da UVA (NFoto), aconteceu no auditório e contou com atividades durante todo o dia. 

 

O professor responsável pelo núcleo e organizador do evento, Altayr Derossi, destacou a participação dos alunos na organização. “A ideia sobre o tema surgiu dos estudantes, que sempre quiseram trabalhar com o digital. A fotografia faz parte da comunicação, tanto no jornalismo quanto na publicidade e o mundo é muito visual. Os alunos vão utilizar muito essa área na carreira profissional, o que torna muito importante o contato com profissionais de destaque, que ajudam na formação. Para o ano que vem a ideia é promovermos um concurso de fotografia”, finalizou.

 

Na parte da manhã, os estudantes assistiram a uma mesa redonda sobre fotografia no Instagram, que contou com a presença de Alessandro Marinho, especialista em retratos e Steffany Lima, fotógrafa de lifestyle especializada em autoestima feminina, além de André Mourão, que é fotógrafo esportivo de alguns jogadores do Flamengo. Eles debateram temas como o fim das curtidas na rede social e a importância do engajamento para as publicações. 

 

Na parte da tarde, aconteceu uma oficina sobre captura e tratamento de fotos no smartphone, com o fotógrafo Diego Maranhão. Já na parte da noite, os fotógrafos Gilvan de Souza e Dani Borges participaram de uma mesa redonda sobre fotojornalismo e fotografia publicitária na era digital mediada pelo professor Altayr, que encerrou o evento.

 

Para a estudante de jornalismo Fabyane Melo, a representatividade foi um ponto alto do evento. “Acho que é importante falar sobre a fotografia em novas plataformas, que podem até abrir novos caminhos para os fotógrafos. Foi incrível também poder escutar uma mulher falando sobre corpos femininos e o quanto a fotografia pode ajudar na autoestima. E com um tema tão atual, o evento foi ainda mais prazeroso. Nesses eventos a gente geralmente só vê convidados homens”, ressaltou.

 

Por João Henrique Oliveira, 6º período 

 

Foto feita pelo NFoto

Professora da UVA lança livro que contou com a participação dos alunos

Nesta terça-feira (19), a professora Jacqueline Maia vai lançar no campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida o livro Compêndio de Materiais Didáticos. A publicação surgiu com o objetivo de ajudar os alunos a registrarem o conteúdo elaborado na disciplina Laboratório de Materiais Didáticos, do curso de Pedagogia. 

 

O retorno positivo da pesquisa saiu ao longo da prática, depois de observar a reação de crianças e adultos para validar o projeto. “Realizamos testes dentro e fora das escolas criando a oportunidade de escrever artigos científicos”, afirmou  Jacqueline. A proposta rendeu um total de nove artigos dos quais, oito foram produzidos por alunos em conjunto com a professora. 

 

O livro físico custa 35,00 e o lançamento será hoje, às 19h, no piso preto. 

 

Por Karina Figueiredo, 7º período

Aniversário da Rádio Uva reflete sobre o futuro do rádio

Ruy Jobim e Daniella Dias contam suas experiências para incentivar futuros jornalistas

 

Ano que vem faz 100 anos que o rádio se popularizou e desde então vem se mantendo relevante como veículo de comunicação. Atualmente, não é diferente: o rádio está passando por mais um momento de transição e os alunos que vivenciam a prática profissional na Rádio UVA puderam aproveitar o segundo aniversário do projeto para abordar o tema por duas perspectivas distintas — Daniella Dias, egressa de Jornalismo da UVA e atualmente na BandNews FM, e Ruy Jobim, diretor da Escola de Rádio. 

 

O evento aconteceu na segunda-feira, 11, no Projeto Leal, campus Tijuca, em clima de festa. Ruy Jobim foi o primeiro palestrante, depois de um karaokê que reuniu os alunos após uma chuva torrencial que parou o Rio de Janeiro. Segundo ele, “não se pode mais fazer rádio sem rede social”, sobre o que muda na atualidade, em comparação com o rádio no qual começou sua carreira. Outra forma de se adequar aos novos tempos é a criação de eventos que façam com que os ouvintes se sintam conectados com a rádio, mesmo que a ação não gere lucro. “Pense no seu público, e não em faturar”, acrescentou. “A rádio precisa estar dentro do calendário anual”.

Para a estudante de jornalismo do quinto período e ouvinte de rádio nos fins de semana, Julia Barroso, a mudança do fazer radiológico é notória. “O rádio hoje em dia só ganha dos serviços de streaming se for de notícias. As programações de música, que é o que eu escuto, só se tornam competitivas quando têm menos propaganda e vão além do que é novidade. Acho que isso já é se reinventar”, opina.

 

Ruy Jobim destaca as principais mudanças notadas nas emissoras: antes, as rádios falavam para uma só pessoa, hoje, falam para várias, e ao mesmo tempo. Além disso, o retorno do público é imediato, a programação musical está em queda, e rádio cada vez mais segmentada. “As rádios vão virar um grande podcast, o ‘queridinho’ do momento”.

 

Para a repórter da BandNews FM e a segunda palestrante do evento, Daniella Dias, as novas tecnologias estão muito presentes no cotidiano. Ela contou que  nas suas coberturas também produz vídeos curtos, e na vertical, para chamar os leitores para saber mais sobre as matérias. Além disso, a Daniella precisa estar sempre com o celular da rádio com um fone de ouvido, um gravador — que quase não usa —, um pau de selfie para fazer o vídeo e um microfone que se conecta ao celular. “Eu brinco que o jornalista de rádio é muito sozinho, já que não temos equipe. A gente é muito repórter faz tudo”.

 

Por Fabyane Melo, 6° período, e Fabyene Melo, 6° período

UVA recebe Mostra de Publicidade focada na Geração Z

A Geração Z é conhecida e definida por ser a que nasceu na era digital, ou seja, por volta de 1995. Desde pequenos, as pessoas dessa geração já são familiarizados com todos os tipos de tecnologias. Não sabem da existência do mundo sem os computadores, celulares, tablets e a própria internet. E compreendem muito fácil o funcionamento de qualquer tecnologia nova. “Tudo está em movimento para esse jovem”, comenta Ediana Avelar, coordenadora do curso de Publicidade da Universidade Veiga de Almeida, campus tijuca.

 

Essas pessoas quebram e contestam todos os estereótipos no mundo. Não se importam com definições de gênero, idade ou classe. Muito pelo contrário, elas lutam por isso. Mas, ao mesmo tempo, aceitam a individualidade e entendem a diferença. Por isso, o curso de publicidade trouxe a geração Z para o centro da IV Mostra de Publicidade, que aconteceu dias 4 e 5 de novembro com o tema Empregabilidade Z. As palestras giraram em torno de áreas nas quais os estudantes podem atuar, novas carreiras e possibilidades de empreender na comunicação. 

A digital Influencer, Juliana Muniz, estudante do curso, possui mais de 30 mil seguidores no seu Instagram, mas começou no aplicativo Tik Tok há dois anos. Ela explica como é ser digital influencer, já que é uma profissão recente no mercado. “Consegui migrar meu seguidores de uma plataforma para a outra e hoje consigo fazer parceria com as marcas”. Já para o jornalista, que também é youtuber do canal Estruturando Ideias, Álvaro Fernandes, a área de influencers e produção de conteúdo, por serem muito novas, é muito marginalizada. Ele contou que para seguir essa carreira é necessário estar sempre inovando e pensando em vender o seu conhecimento. “A criação de conteúdo está se profissionalizando, então é preciso que você se atualize sempre”.

 

Para o Digital Strategy do Rock In Rio, Renan Soares, a dificuldade dessa geração no mercado é que todo profissional de comunicação precisa entender como uma empresa funciona em todas as áreas de atuação. “Não se fechem a uma só oportunidade. Hoje, há um mar de oportunidades para seguir”, aconselhou. O mercado em transformação requer que estudantes estejam atentos sempre, como comentou Yuri Alcântara, planejador da Artplan. “Nem o mercado está preparado para tanta mudança”.

Saiba o que rolou nos dois dias da Mostra de Publicidade:

 

No primeiro dia de evento, os alunos puderam assistir à uma palestra chamada Upload de ideias, que contou com a presença de Fernando Quintela, da agência Action Play, da influenciadora digital Juliana Muniz, além de Renan Soares, da Digital Strategy do Rock in Rio, Yuri Alcântara, da ArtPlan e o youtuber Álvaro Fernandes. 

 

Já na parte da noite, aconteceram três palestras. A primeira foi sobre Gerenciamento de carreiras, seguida pela de Live marketing, com Juliana Braga e Luzia Cabepa, ambas CEOs da Agência Aúna, e a última foi sobre Geração de conteúdo, com a equipe do canal GNT, da GloboSat.

No dia seguinte, o auditório recebeu a palestra Empreendedorismo e mercado de trabalho, com Mayke Alvares, da MAP Branding & Design, Pedro Portugal e Marilene Fernandes, ambos da agência 3AW, e Juliana Scivoletto, da Itabus. Eles apresentaram cases de sucesso e inovação das agências e sua aplicação ao mercado de trabalho. Para Marilene, o publicitário atual precisa ter ousadia para conquistar o público. “Hoje, a gente tem que estar fora da caixa, porque é muito difícil de chamar a atenção dos jovens”, afirmou.

 

Na parte da tarde, o MediaLab recebeu o Desafio UVA de Inovação em Comunicação, em formato Hackaton, e, à noite, o case Rio 2C, maior evento de inovação e tecnologia em comunicação e criatividade, que aconteceu em abril e contou com a participação de alunos da UVA, foi o tema. Para finalizar, ocorreu a entrega do Prêmio Isnard Manso Vieira, para os melhores projetos feitos por estudantes em 13 categorias diferentes.

 

Os vencedores foram:

Originals: Nescafé – Helping workaholics

Social – Projetos e Campanhas: Amigos do Abrigo João Rosa

TCC de Publicidade e Propaganda: Storytelling: A ferramenta da inclusão, A promoção da cerveja artesanal e Wave apoiada na narrativa audiovisual

Produção Radiofônica: Mantonella

Conteúdo Social e Inclusão: ONG Afeto

Websérie: Histórias de um Uber

Fotografia Publicitária: Fotos de mesa de café da manhã

Conteúdo Offline: O golpe

Documentário: Gordo

Videoclipe: Cobertor – Os burgueses

Conteúdo Digital: Biscoito Globo: “Lar do carioca é aqui”

Filme Publicitário: Fala meu neto – iFood

Logomarca de Produtora: Alkimia Filmes

 

Por Fabyene Melo e João Henrique Oliveira, ambos do 6º período. Contribuíram: Fabyane Melo, Karina Figueiredo e Luiza Almeida

Desafio Media Lab de Comunicação e Inovação

A cultura digital despertou os alunos para as possibilidades do trabalho em comunicação

 

Inovação, comunicação, desafios. Com destaque para o empreendedorismo na área, o Desafio Media Lab de Comunicação e Inovação foi lançado para os alunos. Em formato de hackathon, maratona para o desenvolvimento de soluções e habilidades, o desafio contou com a parceria da Jovens Gênios, startup do setor de educação focada na aprendizagem da matemática.

Guilherme Wenzel apresentou o case da Jovens Gênios, criada no final de 2017. Ele, que é publicitário, reconhece a importância da graduação para desenvolver o próprio negócio. “O curso de publicidade foi chave, por ser amplo, e me permitiu entrar no data-driven marketing, que aborda a análise de dados”, declarou o profissional, que vive os desafios de expandir o negócio.

Esses caminhos impulsionam a curiosidade dos alunos. O estudante do 2º período de Publicidade, Matheus do Nascimento, 20, acredita que o tema apresentado é fundamental para quem está no início da graduação. “Nunca ouvi falar sobre o Hackthon! O bom é saber que os desafios e as novas ideias poderão ser compradas por empresas no futuro”. A surpresa foi semelhante para caloura Vanessa Fragoso, 31, que observou na parte de conteúdo o destaque da tarde. “Meu noivo participa do Hacktudo, uma competição de game, mas eu não achei que a Publicidade e o Marketing pudessem utilizar esse tipo de formato”.

Além do exemplo para os alunos, o debate também contribui para os professores, que falaram sobre os desafios das atuais transformações necessárias  na educação e os impactos sobre a forma de ensinar. Um termo em inglês foi utilizado para definir um conjunto de competências comportamentais que se tornou fundamental: “O desafio trabalha ligado à inovação, que também desenvolve as chamadas  soft skills”, explicou o Coordenador do Media Lab, professor Cadu Ribeiro, frisando a importância de investir em novos talentos para acompanhar as transformações mercadológicas e desenvolver o trabalho em equipe e a comunicação, que serão diferenciais para os alunos. 

Desafio em dose dupla

Assim, dois desafios foram lançados. O primeiro é como expandir a atuação da Jovens Gênios para outros estados do Brasil, que visa entender quais são os caminhos possíveis para expandir sua presença em outros estados. O segundo é como envolver mais os pais dos alunos para eles incentivarem o uso da plataforma, com o objetivo de desenvolver estratégias para dialogar com os pais que, por terem aprendido em métodos tradicionais de ensino, apresentam resistências a games e metodologias ativas. 

O desafio é uma parceria dos cursos de Publicidade, Jornalismo e Sistemas de Informação com a Edtech Jovens Gênios. 

 

Inscrições:

Data final e primeiro dia do encontro: 28/11/2019

Os próximos encontros estão previstos para fevereiro e março de 2020.

As inscrições são individuais para depois criar as equipes.

Pré-requisitos: o Desafio é aberto para estudantes de todos os cursos e períodos, inclusive alunos do ensino médio. 

Os interessados devem enviar nome, idade, curso, período e o contato  por e-mail para [email protected] até o dia 28/11.

 

Por Karina Figueiredo, 7º período

 

Saiba como desenvolver uma boa imagem com o curso de Marketing Pessoal

Curso de extensão da UVA mostra como aplicar as ferramentas de marketing para a construção de carreiras

 

A aplicação de ferramentas de marketing tem se mostrado fundamental na construção e condução de carreiras em um mundo cada vez mais midiático. Pensando nisso, a Casa de Comunicação do campus Tijuca da Universidade Veiga de Almeida lança no último sábado de novembro , dia 30/11, o curso de extensão em Marketing Pessoal, com a mestre em Marketing e Gestão Empresarial, Fabíola Palo. 

 

O curso é uma oportunidade para os estudantes e profissionais aprenderem a desenvolver uma boa imagem dentro do ambiente corporativo. “É importante aprender algumas técnicas de como se portar, se relacionar e adquirir credibilidade.Quanto mais nos conhecemos, melhor nos apresentamos e conseguimos atingir os nossos objetivos”, afirma a professora Fabíola. “O curso será muito dinâmico, com a utilização de metodologias de aprendizagem inovadoras, como role play, e simulações, além de dinâmicas, oficinas de práticas e um plano de ação, para que o momento em sala de aula traga soluções práticas para os estudantes e profissionais”, explica.

 

A carga horária será de 10 horas-aula, divididas em dois sábados: 30/11 e 07/12, das 13 às 18h.  As inscrições já estão abertas e os alunos da UVA têm 10% de desconto se fizerem a matrícula presencialmente, na Central de Admissão. Alunos de outras instituições de ensino também podem se inscrever. O valor é de R$ 150,00 e as turmas deverão ter no mínimo 10 inscritos para serem disponibilizadas. 

 

Matrícula online e mais informações sobre esse e outros cursos oferecidos pela Casa da Comunicação estão disponíveis no site: https://www.uva.br/content/marketing-pessoal

 

Por João Henrique Oliveira, 6º período

Cobertura de Cidade: Educação e Saúde é próximo curso de extensão da Casa de Comunicação

Curso prepara alunos para compreenderem como cobrir e acompanhar as notícias desses setores 

 

No sábado, dia 23 de novembro, começa o curso de extensão Cobertura jornalística de cidade – Educação e Saúde, com o jornalista e Mestre em Educação, Bruno Alfano. O curso é voltado para capacitar estudantes de jornalismo ou profissionais recém-formados para atuação em reportagem de cidade, especificamente nas áreas de Educação e Saúde, e acontecerá no campus Tijuca.

 

“O jornalista deve ter a capacidade de pensar a pauta e encontrar os dados, além de saber como dialogar com as fontes e checar as informações. Existe, hoje, disponível um grande banco de dados sobre Saúde e Educação e é importante que o repórter entenda como esse sistema é estruturado para acessar e ler essas informações, e, então, extraí-las para as reportagens”, afirma Bruno Alfano, que atualmente trabalha no Jornal Extra. “Eu espero que os profissionais consigam sair desse curso mais bem preparados para o mercado de trabalho e que saibam elaborar pautas e apurações sobre esses temas”, conclui.

 

A carga horária será de 10 horas-aula, divididas em dois sábados: 23/11 e 30/11, das 13 às 18h.  As inscrições já estão abertas e os alunos da UVA têm 10% de desconto se fizerem a matrícula presencialmente, na Central de Admissão. Alunos de outras instituições de ensino também podem se inscrever. O valor é de R$ 150,00 e as turmas deverão ter no mínimo 10 inscritos para serem disponibilizadas. 

 

Matrícula online e mais informações estão disponíveis no site: https://www.uva.br/content/cobertura-jornalistica-de-cidade-educacao-e-saude

 

Por João Henrique Oliveira, 6º período