ALUNOS

Cerimonial e Etiqueta são os temas da live do curso de Turismo

Na sexta- feira (4), aconteceu a live “Cerimonial e etiquetas: experiências sociais e profissionais”. O evento virtual foi organizado pelos alunos da disciplina Protocolo Cerimonial de Etiquetas do curso de Turismo da Universidade Veiga de Almeida, com a orientação da professora Cristiane Costa Esteves.  A mediação ficou por conta da Rebecca Gomes. 

 O projeto contou com a participação de trinta alunos, em que cada um ficou responsável pela realização e  planejamento do evento. Logo após a abertura do live, a coordenadora do curso, Selma Azevedo, agradeceu pela participação de todos os alunos e palestrantes envolvidos e desejou muito sucesso a todos. 

 Angela Pimentel foi a primeira convidada da live. Ela começou a sua carreira profissional nos anos oitenta como consultora de etiqueta e até hoje continua ministrando cursos de boas maneiras. Durante a sua apresentação, Angela fez uma comparação entre a forma como a mesa era posta no século XVII e como ela é vista nos dias de hoje, não deixando de abordar um pouco sobre as regras de etiquetas, boas maneiras e desenvolvimento pessoal. “As regras de etiqueta podem ser entendidas como um conjunto de princípios ou normas que denotam boa educação e bom comportamento. Estas regras definem boas maneiras e bons costumes, tornando a vida cotidiana mais harmoniosa e servindo como um indicador de civilidade”, destacou. 

 Durante a live e de forma prática, Angela mostrou cuidadosamente como utilizar um guardanapo, e como colocá-lo ao colo com toda elegância e postura. Além de ter dito que, na hora do manuseio, é preciso usar sempre a parte interna dele. Angela contou também que nem todo o ritual de um evento terá um menu. Porém, quando tiver, é necessário sempre colocá-lo ao lado esquerdo. E durante esse momento de pandemia não pode faltar um “saquinho” para guardar a máscara. Já o posicionamento das taças, de acordo com a profissional de etiqueta, são: água, vinho e um para espumante, na ordem. Angela acrescentou que a importância de saber  a louça que será utilizada, o local indicado e o lugar que o convidado vai sentar. 

 A necessidade do homem de viver em sociedade no convívio social é uma questão de bom senso. Ela se adequa ao passar dos anos, de acordo com cada século. “A nossa comunicação está tão rápida que temos condições de elaborarmos tantas coisas de uma maneira tão prática. Quando comecei a administrar os meus cursos, eles duravam três meses, era outro perfil. Hoje o curso em sala, com suporte que agrega e com o livro de Angela Pimentel, dura seis horas”, comentou Angela.

 Walter Santos foi o segundo convidados da live. Ele abordou os temas sobre cerimoniais de luxo, decoração e inovação. O produtor de eventos sociais e moda, participou de festas de gala em todo o Brasil, produziu, para o consulado Britânico, a festa de comemoração do aniversário da rainha Elizabeth II e fez parte da equipe cerimonial do papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude em 2013. Walter trabalha no mercado cerimonial de luxo há quase vinte anos, começou fazendo casamento e hoje atua com produção de eventos de luxo. “Normalmente quando se fala em luxo, se pensa em ostentação, mas não é isso. Os valores mudaram. Já fiz um casamento de luxo para quinze convidados, e foi o melhor casamento que já fiz. O luxo está nos detalhes e nas experiências. Está, também, no passar segurança e na tentativa de oferecer, no mínimo, a excelência”, comenta o produtor.

 Walter continuou sua troca de experiência na live e abordou os principais pontos para um evento dar certo. Sendo assim, para ele a apresentação do evento tem que ser muito bem organizado, já que é um novo conceito para o mercado de luxo. Além disso, ele também comentou qualidades necessárias em um profissional dessa área. Ou seja, para Walter, para ser um bom profissional na cerimônia religiosa é preciso ter, no mínimo, experiência na litúrgica. Caso não tenha, é necessário buscar especialização.  “Eu trabalhei com a equipe do cerimonial do Papa Francisco porque eu tinha uma formação como cerimonialista, já que fiz liturgia e já tinha ido a outras jornadas. Fazer um cerimonial religioso foi uma experiência incrível”. 

Ao final da palestra, o produtor disse que, para quem tiver interesse em começar a trabalhar com o cerimonial de luxo o mais importante é estudar sobre as marcas, o público, e ser apaixonado pelo que deseja  fazer. Além disso, ele divulgou o seu curso de etiquetas, comportamentos e estilo que fica localizado no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. O foco principal do projeto hoje está na construção da imagem em tempos de pandemia.

Link para live

 

Daniella Sousa, 7º Período

Dia Nacional do Fonoaudiólogo é celebrado recebendo ex-aluno preparador vocal do vencedor do The Voice Kids 2020

Nesta quarta-feira (09), a Universidade Veiga de Almeida comemorou o Dia do Fonoaudiólogo recebendo Wendell Pereira, aluno formado pela instituição e que hoje atua na área. A palestra aconteceu via Zoom e tratou do tema “Atuação Fonoaudiológica na Preparação Vocal para o The Voice Kids”.

O fonoaudiólogo começou contando um pouco da sua trajetória na profissão e explicando que seu primeiro passo na carreira foi como professor de canto e só depois ingressou na faculdade de fonoaudiologia. Sua formação ainda seguiu com uma pós-graduação e com o curso de teatro no Miguel Falabella. Foi na peça de teatro Rua Azusa, na qual atuava como preparador vocal e ator, que Wendell conheceu Kauê Penna.

Depois de alguns anos trabalhando juntos, Kauê se inscreveu no The Voice Kids e convidou Wendell para ser seu preparador vocal, oferta que aceitou prontamente. O ex-aluno da UVA conta que a escolha das músicas a serem cantadas pelas crianças no reality era dos jurados e que ele não era informado das mesmas. Logo, tinha que atuar de forma geral, sem poder focar em técnicas específicas para cada canção. Wendell tinha como tática tratar prioritariamente da saúde geral de Kauê, além da saúde vocal, da alimentação e da hidratação, tentando enxergar o ser humano como um todo e não como uma parte.

Mas além de todos os desafios do reality, Wendell ainda contou com alguns extras. A edição de 2020 foi interrompida durante as gravações devido a pandemia, voltando apenas 9 meses depois com uma versão reformulada, na qual os participantes gravaram suas performances de casa e tinham que se adaptar à realidade de não mais cantar para uma plateia e sim para uma câmera. 

No meio de todas essas mudanças ocorrendo pelo mundo, a mais pessoal também apareceu, a muda vocal. Nesses meses em que o programa ficou fora do ar, Kauê experienciou a modificação vocal que ocorre na transição da infância para a adolescência nas vozes masculinas. Com isso, Wendell teve que ensiná-lo a adaptar todo seu conhecimento para uma nova voz e novos tons, fato que também não foi um impedimento para Kauê, que se tornou o vencedor do The Voices Kids 2020.

 

Letícia Freitas, 7° período. 

Projetos de Ciências Humanas são apresentados no terceiro dia de PIC UVA

Na quarta-feira (02),  aconteceu o terceiro dia do Projeto de Iniciação Científica da Universidade Veiga de Almeida (PIC UVA) com a exposição dos projetos dos cursos de ciências humanas. Com a presença de 12 salas virtuais, as apresentações, assim como nos outros dias de evento, foram transmitidas via canal de Youtube, na conta PIC UVA, e ocorreram das oito da manhã às dez da noite.

 

Um dos representantes do grupo da manhã foi o trabalho “Maré, espaços de consciência: Uma avaliação das possibilidades urbanas e mobilidade”,  realizado por Fábio dos Santos e Renato de Souza do curso de Arquitetura e Urbanismo. Com a pesquisa a dupla mostrou a disparidade na distribuição de transportes pela cidade, no qual bairros centrais e ricos contam com um acesso muito maior a transportes públicos quando comparados a comunidades. Até mesmo as que são planas, como a Maré, não chegam a contar com um sistema de mobilidade interno, fazendo com que seus moradores tenham que se locomover por meio de transportes informais ou individuais. 

 

Já à tarde, a aluna de jornalismo Luiza Almeida apresentou o tema “Evolução dos videoclipes brasileiros: da MTV aos vídeos que exalam representatividade e se comunicam com o público”. Para o trabalho foram analisados os clipes “Na sua estante” (2005), da cantora Pitty e Verdinha (2019), de Ludmilla. Na pesquisa foi observado conservadorismo e simplicidade tanto na temática quanto na produção da obra de 2005, que retrata uma história de amor e nada além. 

Por outro lado, no clipe de 2019, assuntos pertinentes ao momento vivido pela sociedade foram abordados, como representatividade negra, LGBTQI+ e a legalização da maconha. Foi concluído que os videoclipes de hoje em dia precisam de muito mais para atrair a audiência que recebe uma infinidade de informações devido a forte presença da internet no dia a dia da maior parte da população. Além disso, os consumidores de hoje têm um papel muito mais ativo na decisão do que desejam assistir, já que na época em que a MTV era o único local possível para se ver videoclipes não existia escolhas.

 

No grupo da noite o curso de psicologia marcou presença com o tema “Psicanálise em tempo de pandemia: O que é a presença do analista?”, realizado pelos alunos Erick Sobral e Giovanna Carneiro. Eles relataram que o tema da pesquisa de início não estava relacionado a pandemia, mas foi com a quarentena que a necessidade de tratar do assunto surgiu. A pesquisa se debruçou sobre o assunto e concluiu que mais do que física, a presença do analista deve estar relacionada à vontade do profissional de realizar o trabalho, tornando assim irrelevante a modalidade ser presencial ou virtual.

 

Letícia Freitas, 7° período. 

 

Subcoordenadora de Comunicação da PMERJ é a última convidada do evento “Sexta-feira legal”

No último dia 19 aconteceu o encerramento do evento “Sexta-feira legal”, um projeto do professor Marcelo Nogueira junto com os alunos do Núcleo de Prática Jurídica – Penal. Para fechar com chave de outro, a última convidada foi a Subcoordenadora de Comunicação Social da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Major Marlisa Amorim. Ela e o professor Marcelo Nogueira conversaram um pouco sobre o tema “Como é ser policial militar no Rio de Janeiro?”. 

A conversa começou com a Major contando como está sendo a experiência dela comandando as lives mensais no canal do Youtube da PMERJ, algo que ela tem um apreço muito grande, já que foi um projeto dela. A policial também falou que está sendo um desafio comandar as entrevistas do canal por se considerar tímida. Além disso, ela também contou que está podendo exercer a formação em jornalismo. 

Ela compartilhou, também, sobre a experiência de trabalhar na comunicação do Batalhão de Operações Policiais Especiais. “Foi mais um desafio na minha carreira porque foi todo uma fofoca, já que eu não era caveira e ainda por cima era mulher”. Marlisa foi a 1ª mulher combatente do BOPE trabalhando na comunicação. Ela relatou que foi difícil ganhar a confiança dos outros policiais do batalhão, porém com o tempo ela foi se entrosando mais com a corporação. “A minha passagem por lá me deu uma bagagem muito grande, foi um grande aprendizado trabalhar na comunicação do BOPE.”

Seguindo com a conversa, ela falou um pouco sobre a implementação das Unidades de Polícias Pacificadoras na cidade do Rio de Janeiro e como todo esse projeto foi mudando ao longos dos anos, por falta de recursos. “Essa ideia era boa no início, porém para ter dado certo era preciso que outras secretarias se envolvessem. Só a polícia na comunidade não adianta”. Ela também comentou sobre uma possível exigência de curso superior para ingressar na polícia, que ela concorda porque isso dará uma maior importância para a profissão, mas ela acredita que isso é algo que deve ser colocado a longo prazo.

Respondendo a uma pergunta feita pelo professor Marcelo Nogueira, a Major Marlisa contou sobre como foi a escolha de ter entrado para a Polícia Militar. Ela inicialmente queria entrar para os bombeiros, como ele, e consegui. Depois de várias tentativas, o próprio irmão sugeriu que ela tentasse a prova para entrar na PM. “Foi uma grande descoberta fazer parte da polícia. Eu sou apaixonada pelo que eu faço e muito grata por tudo que ela me proporcionou”. A policial também falou sobre os campeonatos de futebol de salão, que pratica desde o primeiro ano de academia, ela joga representando a PMERJ em diversos locais e competições.

A convidada também falou um pouco sobre a presença de mulheres na Polícia Militar e como aos poucos elas estão conquistando seus espaços. “Agora a mulher pode subir até o cargo mais alto, só não tivemos uma comandante-geral mulher”. Ela também deu conselhos para aqueles que estão entrando agora na polícia e para os que pensam em entrar. “Se especialize ao máximo, porque tem vários espaços em várias áreas da corporação. Você pode ser do trânsito, montada, etc.”. 

Ao fim da live, o professor Marcelo Nogueira agradeceu a presença da Major Marlisa Amorim, que é ex-aluna dele, e também agradeceu a presença de todos os alunos presentes nos eventos “Sexta-feira legal”, que dessa vez teve que ser no ambiente digital por conta da pandemia de Coronavírus. 

 

Amanda Ramos, 6º período.

Fake news e jornalismo são temas do Projeto Live UVA

Na última quinta (19), aconteceu mais uma palestra do Projeto Live UVA, transmitida pelo Instagram da Universidade Veiga de Almeida. O convidado foi o professor Guilherme Carvalhido, do curso de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda. 

O professor explicou o perigo das Fake News e as possíveis formas de combatê-las. “Exemplificando a fonte de informação, verificando data, fontes de apoio e fatos. Todos nós podemos combater as fake news”, afirma.

Carvalhido encerrou dizendo que o assunto Fake News é comentado nas aulas de jornalismo amplamente, visto que é um tema urgente e necessário. Após a palestra, o professor tirou dúvidas dos participantes sobre o assunto.

Marcelle Abrantes, 8 período.

Dia da Consciência Negra

O Dia da Consciência Negra começou a ser comemorado em 1978, quando ativistas do Movimento Negro Unificado (MNU) se reuniram na cidade de Salvador e definiram a data de 20 de novembro, dia da morte do líder quilombola Zumbi dos Palmares.

Apesar de existir há mais de 40 anos, a data só se tornou reconhecida pela legislação em 2003, através da Lei nº 10.639, durante a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva. No documento também está previsto o ensino obrigatório de História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo das escolas.

Mais tarde, no governo de Dilma Rousseff, a data se tornou “Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra”, pela Lei nº 12.519, do ano de 2011. Desde então, é comemorado como feriado nos estados de Alagoas, Amapá, Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Mato Grosso, e em mais de 1.000 cidades do país. A decisão de ser feriado ou não fica à critério da câmara dos vereadores de cada município.

Bruna Fernades, 5º período

A ascensão da biomedicina e a bioinformática no meio profissionalizante.

Com o aumento na demanda por especialistas em bioinformática e estudos moleculares, o setor da Biomedicina foi bastante requisitado para a realização de analises clinicas e projetos de pesquisas. E por isso, na última quinta-feira (12) foi transmitido mais uma live semanal do Instagram da @uva_oficial. A carreira na Bioinformática e os cursos desta promissora área foi tema do terceiro encontro de lives organizada pela Universidade Veiga de Almeida. Uma conversa super interessante e produtiva mediada por Rafael Bolsoni Bastos que trouxe como convidado o Allan Martins, doutor em ciências biológicas e professor de Biomedicina da Universidade Veiga de Almeida. 

 O bate papo foi sobre as profissões do agora, e que teve como objetivo entender como ocorreu esse crescimento pela busca do curso de Bioinformática  e como os profissionais da área vem se comportando durante a pandemia. E a ascensão da Bioinformática e estudos moleculares na Biomedicina foi o tema desta conversa.  O convidado deu uma aula sobre o que vem a ser a Bioinformática e estudos biomoleculares. Falou sobre a  importância do assunto, já que se faz presente na vida de todos. Além disso, ele conversou um pouco sobre como se encontra o mercado de trabalho e quais são as oportunidades para quem quer trabalhar na área.

 Durante toda a apresentação, o Dr. de Ciências Biológicas e professor de Biomedicina da Universidade Veiga de Almeida, explicou detalhadamente sobre a importância desse campo. Essa é uma  área que surgiu como demanda em conseguir analisar dados biológicos, e por meio de muitas pesquisas descobriram um dado que foi determinante na área e que concilia a informática.; Assim, é possível criar métodos para investigar dados biológicos em que se é preciso tirar essas informações.

 No Brasil já tem muitos cursos de Bioinformática em graduação na Biomedicina. Existe o profissional da Biomedicina e o profissional que programa, o que vai desenvolver. O profissional que trabalha com o objeto biológico vai pensar o que precisa na pesquisa e o outro que trabalha em programação vai ter que entender a demanda do biólogo. A Bioinformática tem duas áreas mais famosas: a tradicional clássica, e a Bioinformática estrutural, ou seja, a que usa da tecnologia 3D para questões biológicas. 

 Em tempos de pandemia, foi falado sobre a busca de medicamentos. Atualmente estamos vivendo essa corrida pela vacina contra a COVID-19, mas com medicamentos para proteger a população. Durante a apresentação de Allan, foi possível tirar algumas dúvidas, como de que forma a Bioinformatica entra nessa história e como ela pode ajudar nesse trabalho. “Quando se fala de Coronavírus, muito se fala em teste de hipóteses.” O vírus seria criado em laboratório?; como se dá um conhecimento de uma proteína?; a capacidade da computação?; será que realmente a Bioinformática pode eliminar os testes de bancadas? e quais são as hipóteses que interage em outra proteína?

 Diversas dúvidas foram tiradas e trazidas por ele. Dentro do universo da Biologia molecular, a questão do sequenciamento é muito interessante. Qual a importância e quais foram os últimos avanços tecnológicos envolvendo esse processo? Allan explica como essa célula deve ser, e que por conta disso tem essas características genéticas por conta do indivíduo. Em diversas áreas é possível notar que o homem consegue prever o futuro através das novas tecnologias. 

 Na Biomedicina se faz aquelas previsões e modelagens. O aconselhamento genético, se dá pela análise de família. Se a pessoa tem indivíduos na sua família que são próximos que apresenta alguma síndrome, distúrbio, você consegue fazer rastreio e ver se os filhos podem desenvolver. Como se fosse um cálculo de probabilidade.

 Se você gosta de biológicas, mas também tem interesse por informática, saiba que agora já existe uma graduação que une essas duas áreas. É o curso superior de tecnologia em Bioinformática. A participação do Allan foi sensacional, ele respondeu várias perguntas, tirou várias dúvidas e comentou um pouco sobre a indústria de games. Um tema muito recente no qual várias pessoas tem feito associações entre ele com a Bioinformática.  E explicou que a Bioinformática está muito presente nessa área, nessa atividade de entretenimento. “Hacker do bem, eles dominam a rede. Quebrando informações biológicas. 

 O mercado de trabalho hoje, está com uma demanda voltada para profissionais que saibam de programação. A dinâmica da Biomedicina ocorre quando o estudante entra no curso, e é apresentado em diversas áreas,  no qual vai evoluindo e desenvolvendo suas aptidões. Ao final do curso, o estudante escolhe a sua habilitação e em que área vai atuar, como por exemplo: banco de sangue, análises de clínicas, ou entre outras trinta e cinco áreas. O estudante que está aprendendo, ele parte do ensino, de pesquisas e se expande para o mercado de trabalho.

 

Daniella Sousa, 7° Período

Semana da Contabilidade UVA debate sobre dilemas da reforma tributária

A Semana da Contabilidade contou com a presença do professor Paulo Pêga na sua estreia nesta segunda-feira (16). O evento promovido pelo curso de Ciências Contábeis da Universidade Veiga de Almeida, foi transmitido para o público por seu canal no Youtube e tratou sobre os dilemas da reforma tributária.

O professor começou comparando o sistema tributário brasileiro e suas altas taxas com uma pessoa doente que precisa de ajuda para se recuperar. Para essa recuperação, ela afirma que é necessário pensar em que país o povo brasileiro deseja viver. Para isso devem ser levados em questão fatores importantes como educação, segurança e saúde e com isso os tributos devem ser planejados de forma a não serem nem maiores nem menores do que o necessário.

Paulo enxerga no imposto de renda como parte da solução para redução dos altos tributos cobrados aos brasileiros. Na criação do sistema tributário houve a escolha de não taxar lucros visando gerar grandes investimentos no país, objetivo que não só não foi alcançado como gerou o efeito contrário.  O Brasil é hoje o segundo país com maior concentração de renda no mundo, perdendo apenas para o Catar.

E a desigualdade não para de subir. Segundo Paulo nos últimos anos a tributação em cima da renda de pessoas que recebem mais de 40 mil reais por mês diminuiu e a das pessoas que recebem menos de 3 mil reais aumentou. Ele ainda afirma que por mais complexo que o problema seja o simples interesse da população e do congresso já seriam o suficiente para iniciar a reforma, uma vez que para mudar certas realidade não é necessária uma simples maioria no congresso sem a necessidade de mexer na constituição. 

Letícia Freitas, 7º período.

V Mostra de Publicidade em Quarentena

O terceiro e último dia da Quinta Mostra de Publicidade da Universidade Veiga de Almeida, teve início às 19 horas do dia 12 de novembro, por transmissão ao vivo no Youtube. E foi nessa plataforma que ocorreram palestras sobre o atual momento da profissão, além da premiação Isnard Manso Vieira, concedida aos melhores projetos publicitários entre diversas categorias.

O evento começou com a palestra de Márcio Borges, vice-presidente executivo e diretor geral da WMcCann Rio, diretor da ABAP rio e vice-presidente da associação brasileira de marketing e negócios. Ele discursou sobre os fundamentos da profissão, como a antecipação comportamental do seu público e também de como o momento da quarenta, modificou o fazer profissional. O palestrante explica: “como vamos fazer essas pessoas se sentirem, em segurança, a vontade e operacionalmente funcionando”.

Em seguida foi exibido um vídeo enviado por Isnard Manso Vieira, professor e ex-coordenador da agência de publicidade, a qual o prêmio homenageia. Ele agradeceu, comentou um pouco sobre o livro que irá lançar, Causos Engraçados, e também falou de suas experiências no mercado de trabalho. E após isso, o professor Guilherme Carvalhido Ferreira da UVA, apresentou os vencedores de cada categoria do prêmio.

As categorias foram: melhor conteúdo digital, melhor conteúdo offline, melhor produção para mídia sonoras, melhor fotografia publicitária, melhor TCC em publicidade, originais, melhor videoclipe e melhor filme publicitário. Assim ao final o mediador Guilherme Carvalhido salientou: “a insistência e a qualidade é a demonstração do nosso valor, continuem trabalhando duro”.

Link da live

Lucas Teixeira, 8° período

Vice-presidente da WMcCann encerra a V Mostra de Publicidade da UVA

A última live da V Mostra de Publicidade da Universidade Veiga de Almeida ocorreu na última quinta-feira, dia 12, e pra fechar com chave de ouro a professora Cecília Seabra mediou uma conversa com Márcio Borges que é o vice-presidente executivo da agência WMcCann e diretor geral no Rio de Janeiro.

A palestra com o tema “A disrupção da publicidade na pandemia” foi iniciada com o convidado dando um panorama de como estava o cenário da WMcCann no fim de 2019 e começo de 2020. “A gente veio de um 2019 espetacular, com várias campanhas bem avaliadas então começamos o ano muito bem. Até que em março começou a pandemia e tiveram diversas mudanças internas da agência como mandar todo o pessoal da empresa para o home office.”

Márcio Borges seguiu a conversa ao contar para os espectadores toda a dinâmica dos negócios da agência, já que demanda do consumidor mudou uma vez que todos estavam em casa isolados. “A gente tinha o cliente Lojas Americanas que é E-commerce demandando muito da gente, e por outro lado tinha cliente como a Latam, que de uma hora para a outra a demanda foi ao chão”. Ele explicou também que todos os setores foram impactados de alguma forma, seja para o bem ou para o mal, obrigando todos darem um “reset” e se adaptarem. 

Ele enfatizou que durante esse período replanejar nunca foi tão importante, porque tudo que já estava acertado não seria cumprido. “Tudo isso foi feito num novo ambiente em que ninguém tinha resposta, num cenário que você não consegue prever a horizontalidade de tempo.” Além disso, ele também expôs que no momento atual criar significado nunca foi tão importante e explicou para os alunos o processo chamado “Truth 2 Meaning”, que é utilizado pelo Grupo McCann para criar significado. 

O convidado continuou a live contando quais as mudanças que a agência teve que pôr em prática e como foi a produção de peças publicitárias durante o período de pandemia de Coronavírus e, após terminar a sua palestra, a mediadora  Cecília Seabra começou a fazer as perguntas que os alunos mandavam pelo bate-papo da live e que foram divididas em três blocos. Márcio respondeu perguntas sobre o papel da publicidade num momento de ressignificação do consumo, como foi a relação da agência com o funcionário, além disso ele também tirou dúvidas sobre as ações da Lojas Americanas durante o Big Brother Brasil 2020 e explicou a diferença entre diretor de arte e diretor de criação. Por fim, Márcio Borges dividiu com os espectadores qual foi a lição que a WMcCann conseguiu aprender com as dificuldades que estão superando durante a pandemia.

 

Amanda Ramos, 6º período