ALUNOS

V Mostra de Publicidade UVA entra no universo dos games

Na última quarta-feira, dia 11, aconteceu o segundo dia da V MOSTRA DE PUBLICIDADE UVA, evento do curso de Publicidade e Propaganda. A live ocorreu no Youtube, pelo canal CasaCom Conecta. O tema do evento foi “Universo Game” e contou com a mediação do Victor Azevedo, professor de jogos e de publicidade. Com o Junior Nannetti, diretor, ator, locutor e dublador de games, e Pamella Renha, assessora da bpmcom, apresentadora e comunicadora com especialização em marketing, como convidados. 

Pamella Renha iniciou a palestra contando que sempre foi gamer e demonstrou todo seu amor por jogos como “The Sims” e “Tony Hawks”, o último por sinal, ela comentou que sempre foi apaixonada pela trilha sonora. “Games me iniciaram na música e a música é o que rege a minha vida, a música é exatamente tudo para mim, eu não consigo imaginar minha vida sem uma trilha sonora”. Pamella comenta que com um caráter cada vez mais imersivo, música é fundamental para os jogos. 

Pamella fala que a estimativa de jogadores no mundo é de mais de dois bilhões e que no Brasil, essa parcela tem crescido a cada dia. Ela ainda aborda que bandas e artistas utilizam a plataforma para promoverem suas músicas, como exemplos: Guitar Hero (Aerosmith, Metallica, Beatles), Fortnite (Travis Scott), Just Dance (Lexa), Free Fire (Alok), Avakin Life (Haikaiss). Depois de todos esses exemplos, nada mais, nada menos, Anitta também resolveu entrar nessa era. Neste ano, a cantora vem utilizando o Facebook Gaming como uma nova maneira de interagir com seus fãs e ampliar seu público. 

Junior Nannetti começa sua apresentação contando que é ator, locutor e dublador e que sua paixão pelos games é bem antiga, e sempre foi viciado nesse universo. “A tecnologia aliada aos games, sempre foi a minha paixão e eu também queria ser ator”. Junior conta que sempre foi descolado e aos 14 anos começou a fazer teatro na escola. Junior faz uma revelação e comenta que talvez muitos não saibam sobre isso “Quando a gente faz game, a gente não vê a imagem, a gente não vê nada”. 

O mediador Victor perguntou por que o brasileiro consome muito, mas produz poucos jogos, Nannetti acredita que seja por conta do mercado, já que para ele tem muita diferença no mercado ainda mesmo hoje em dia. Alunos começaram a interação com os convidados e perguntaram qual o jogo preferido deles, Pamella deixou claro que Tony Hawks, mas comentou que também é viciada em Mario Kart. Já para Junior é o Sonic. 

Quando questionado sobre como fazer para ser dublador, Nannetti diz: “você tem que ser ator, o dublador é uma especialização do ator, é necessário ter a DRT (Delegacia Regional do Trabalho)”. No final eles mostraram todo seu orgulho e satisfação de termos no Brasil dois grandes eventos voltados para o mundo dos games, Game XP e Brasil Game Show.

A palestra continua disponível no canal CasaCom Conecta, no Youtube.

 

Thaís Magalhães, 6º período.

Quem trabalha com o que ama está sempre de férias

Na última terça-feira (10), Laís Emilião contou sobre sua carreira e declarou enorme satisfação e amor pelo que faz

A forma como uma marca é promovida em canais digitais, é definida pela publicidade digital. Para falar sobre este assunto, a V Mostra de Publicidade da Veiga de Almeida convidou a ex aluna Laís Emilião, formada em publicidade e propaganda há sete anos, para contar sobre sua trajetória profissional. Atualmente, ela trabalha na Coca-cola como gerente júnior de comunicação integrada, mas para chegar onde está hoje passou por outras empresas, cargos e até mesmo por outra faculdade.

Laís entrou na Veiga como aluna de Direito, porém, conforme foi conhecendo as pessoas de Publicidade e Propaganda, percebeu que aquele era o seu lugar. Começou como estagiária de produção na TV UVA, até que lhe foi dada a missão de apresentar um programa e ela tomou gosto pela publicidade, percebendo aptidão para ser produtora. Em contrapartida, seu primeiro trabalho foi na área de mídias digitais e uma enorme paixão foi acesa dentro de Laís: “meu olho brilha porque eu gosto muito do que faço. Eu comecei trabalhando na Hi-Midia, de lá eu fui para a Binder e por fim entrei na WMcCann, que é onde fica a central de inteligência de mídia da Coca-cola e depois fiz parte do Collab, trabalhando com performance. Lá sim eu conheci o que é ter mídia na veia”, relembra.

Em todas suas falas, Laís transbordava amor pelo seu trabalho e orgulho pela sua trajetória. Trabalhando em seu atual cargo há um ano, declara estar muito feliz e gostar demais do que faz. Para ela, é um orgulho imenso ver uma campanha na qual trabalhou indo ao ar, pois significa que a missão concedida foi passada com sucesso ao consumidor. “Eu sempre falo para a minha família que quero ficar para sempre na Coca-cola, se eu puder quero ficar velhinha lá e me aposentar. É gratificante e orgulhoso o quanto consegui crescer e o quanto fui buscando meus sonhos”, declara Laís.

Ela também perpassou sobre o fato de que o universo publicitário é de network, logo, é preciso buscar sempre conhecer pessoas novas, e, por isso, deixou um aviso para os alunos: “acho que uma mensagem que eu posso deixar para vocês é sempre busquem. A gente está em constante mudança e essa mudança precisa partir de nós profissionais, não só das marcas”, aconselhou Laís Emilião.

A profissional fala sobre a preocupação da Coca-Cola em promover a marca. Ela afirma que a todo momento há diversas mudanças e é necessário se atentar à todas, perpassando um pouco sobre o famoso “cookie”, um plugin que mapeia o comportamento do usuário que navega no site e sua solicitação aparece toda vez em que o canal é acessado. Laís declara que este contato com o consumidor ainda está em uma crescente construção, pontuando que o uso do inglês pode ser prejudicial para o entendimento do indivíduo.

Laís falou sobre os maiores desafios que enfrentou dentro da empresa e deu diversos conselhos para os estudantes que desejam chegar onde ela chegou. A palestra foi muito elogiada pelos alunos e teve uma enorme interação, com diversas perguntas, às quais deu respostas muito inspiradoras e motivacionais.

Maria Clara Gobbi, 6º período

V Mostra de Publicidade UVA discute a importância do sound branding

Na última quarta-feira (11), aconteceu o segundo dia da  V MOSTRA DE PUBLICIDADE UVA, evento do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Veiga de Almeida. A live foi transmitida pelo canal CasaCom Conecta, no Youtube. Os convidados que falaram sobre Sound Branding  foram Felipe Rodrigues (redator publicitário), Pedro Salomão (sócio da rádio IBIZA) e Orlei Gonçalves (produtor musical e diretor da produtora Nova Onda). A mediação ficou por conta da professora Michele Cruz.

Felipe Rodrigues iniciou a palestra afirmando “que o ser humano começou a se comunicar através de som.. Algumas tribos passam o seu legado através de músicas que elas cantam e contam a sua história.” Pedro Salomão seguiu comentando, “quando estamos assistindo um filme/novela e escutamos o barulho de um pássaro, carro… Tudo é feito dentro do estúdio. O sound branding trouxe uma riqueza de possibilidades em um tempo curto de ser produzido.

Orlei Gonçalves comentou que “para ter sucesso é preciso veicular muito”, citando também a campanha do  Bob´s, um grande veículo de sound branding. Ele também deixou indicações de campanhas publicitárias que ele produziu. Para encerrar, os convidados responderam perguntas feitas pelos alunos.

Marcelle Abrantes, 8 período.

JUBILEU DE PRATA DOS CURSOS DE JORNALISMO E DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA DA UVA: CONSTRUÇÃO DE UM LEGADO DE SUCESSO

A segunda palestra da V Mostra de Publicidade e Propaganda da Universidade Veiga de Almeida (UVA) aconteceu na terça-feira (10), às 17h, no Canal CasaCom Conecta. O tema do evento foi “Jubileu de Prata: a construção de um legado de sucesso” e contou com a participação dos ex-coordenadores do curso, Isnard Vieira, Marcelo Serpa, Mirian Aguiar, Oswaldo Senna e Eduardo Refkalefsky. A professora Ediana Avelar, coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda, e o professor Luiz Carlos Bittencourt, coordenador de Jornalismo, também participaram da homenagem.

A transmissão começou com a fala de Mirian Aguiar, responsável pelo lançamento da primeira edição da Mostra de Publicidade UVA, falou a respeito do papel de um gestor em um curso universitário. Após a fala de Mirian, Ediana Avelar, atual coordenadora, iniciou a conversa com os seus colegas, que, em outros tempos, exerceram a mesma função que ela.

Marcelo Serpa relembrou os seus tempos de coordenador em 1997. Na época, ele contou que a tarefa que ele tinha em mãos era complicada: reformular o curso de Publicidade e Propaganda como um todo. Segundo ele, o processo envolvia demitir antigos professores e contratar novos. Para que tudo desse certo, recebeu apoio incondicional da reitoria. A Comunicação Social UVA, segundo ele, já era reconhecida pelo MEC como uma das melhores do Rio de Janeiro. As instalações, os laboratórios de MAC, os estúdios de gravação profissional e a atual Agência Criativa eram fortes diferencias. Além disso, a biblioteca possuía os principais livros da área.

Após as explanações de Marcelo Serpa, o também ex-coordenador Eduardo Refkalefsky contou a respeito de seu tempo na UVA. Ele relembrou que virava noites trabalhando para conseguir melhorar cada vez mais o curso de Publicidade e Propaganda. Um dos desafios enfrentados por ele foi administrar dois campi, tendo em vista que não existiam as atuais redes sociais. Ele e os colegas de trabalho precisavam se encontrar pessoalmente. O e-coordenador ressaltou que a Comunicação Social da Universidade Veiga de Almeida é referência no mercado.

 Se hoje a UVA é bem vista pelo público externo, isso também foi graças à contribuição de Isnard Vieira, que não atuou diretamente na coordenação, mas contribuiu muito para o aperfeiçoamento do curso. Ele foi um dos responsáveis para que, hoje, exista a Agência Criativa.  O professor relembrou a época em que lecionava diversas disciplinas para a universidade. Ele considera a experiência que teve na UVA muito gratificante.

Não só Isnard Vieira possui boas recordações. O ex-coordenador Oswaldo Senna também viveu muitas experiências na universidade. Ele disse que houve diversas mudanças, tendo em vista que o curso de Publicidade ainda era muito novo. Ele também ressaltou, assim como fez Marcelo Serpa e Eduardo Refkalefsky, que a Comunicação Social da UVA é muito bem vista e posicionada pelo mercado de trabalho.

Depois das explanações de Oswaldo Senna,falou Luís Carlos Bittencourt, atual coordenador do curso de Jornalismo. Ele assumiu a coordenação no final do ano de 1997. Junto com Marcelo Serpa e Eduardo Refkalefsky, ele trabalhou muito para aperfeiçoar a Comunicação Social da UVA. Além disso, ressaltou a importância de os alunos conhecerem a história de seu curso. Assim que Luís Carlos Bittencourt terminou, Ediana Avelar abriu espaço para as perguntas dos alunos, que foram respondidas por todos os palestrantes. 

Letícia Montilla da Silva Braga, 8° período 

V Mostra de Publicidade UVA acontece no canal CasaCom Conecta

Na terça-feira (10) foi o primeiro dia da V Mostra de Publicidade e Propaganda da Universidade Veiga de Almeida, que aconteceu pelo canal CasaCom Conecta. Esta é uma iniciativa do curso de Publicidade e Propaganda do Campus Tijuca, que este ano completa 25 anos e é coordenado pela professora Ediana Avelar. O evento foi organizado pelos alunos da disciplina de Prática Profissional em Publicidade e pelos estagiários do Laboratório de Promoção, Eventos e Live Marketing, sob a orientação da professora Ana Cristina Rosado. Este ano foi lançado o reality show de publicidade, em que os cinco melhores trabalhos inscritos receberam uma mentoria criativa e gratuita com profissionais do mercado. Participaram da abertura Martha Gabriel e  Helena Bertho, Head de Comunicação, Sustentabilidade e Diversidade na L’Oréal. 

  O evento começou com a transmissão de um vídeo gravado por Martha Gabriel especialmente para a Mostra de Publicidade. Ela é CEO da Martha Gabriel Consultoria, e autora dos best-sellers “Marketing na era digital”, “Educar: a evolução digital na educação” e “Você, eu e os robôs”. Além disso, é engenheira pós-graduada em marketing e design e mestre e Ph.D. em artes pela ECA-USP. Também é professora de pós-graduação na PUC de São Paulo. Martha Gabriel explicou como o conhecimento está aumentando cada vez mais todos os dias, em um ritmo muito mais acelerado se comparado a outros tempos da história da humanidade. Segundo ela, isso requer que todos sejam ágeis para lidar com tantas mudanças contínuas.

  A palestrante explicou que as transformações acontecem em todas as áreas, não apenas na publicidade. O público, segundo explicou Martha Gabriel, está extremamente sobrecarregado com tantos conteúdos publicados nas redes e usa, atualmente, diversas plataformas simultaneamente. Por isso, ela explicou que há estudos que indicam que o tempo gasto por uma pessoa para prestar atenção em algo é cada vez menor, e as empresas têm um tempo reduzido para conseguiram chamar e prender a atenção dos indivíduos em seus conteúdos online. Além disso, ela explicitou que a dependência do homem em relação à tecnologia aumentou, o que gera uma espécie de forte simbiose entre ambos.

  Martha Gabriel também elucidou que a multiplicidade de plataformas e suas respectivas especificidades exigem que as empresas adaptem o seu conteúdo para cada uma delas, pois é diferente produzir para o Facebook, Instagram, Twitter ou Tik Tok. Por isso, o planejamento de conteúdo, segundo ela, para que seja uma experiência agradável, interessante e atrativa para o público, precisa ser feito em função das características de cada dispositivo.

  Após as explanações de Martha Gabriel, a V Mostra de Publicidade também contou com a participação de Helena Bertho.  A publicitária falou sobre “Inovação e Reinvenção na Publicidade”. Ela contou, durante a transmissão do evento, que percebia, na época em que estava na faculdade, a publicidade muito distante de sua realidade, pois não se sentia representada. Em seu período universitário, ela questionava o tempo inteiro o motivo pelo qual não havia negros na televisão, e por que, quando havia, eram subalternizadas. Por isso, ela disse que não quer ser uma das poucas mulheres negras nos espaços de decisão. Helena  quer lutar para garantir que outras também tenham as mesmas oportunidades. 

   A profissional contou que vem de uma formação em comunicação mais antiga, que durante muito tempo ignorou as vozes das minorias. Segundo ela, o papel dos publicitários é criar representações sociais ou reforçá-las. Por isso, deixou o questionamento: “O nosso trabalho é feito em cima de estereótipos que excluem ou é sobre todas as pessoas, dando voz a todo mundo?”. Portanto, para Helena, a publicidade precisa ser mais humana, sustentável e defensora da igualdade.“Nós somos as pessoas do Storytelling, nós somos aqueles que estão construindo histórias e dizendo para as pessoas o que é legal e o que não é, o que é bonito e o que é feio”, disse. 

  Após as explanações de Helena Bertho, a transmissão terminou com a publicitária respondendo às perguntas dos ouvintes. A V Mostra de Publicidade UVA é gratuita, e acontecerá de 10 a 12 de novembro, das 10h às 21h, via Youtube, no Canal da CasaCom Conecta.

Letícia Montilla da Silva Braga, 8° período 

Transformações e desafios do novo profissional 5.0

Na última terça feira (10), os cursos de Engenharia da Computação e Ciência da Computação, da Universidade Veiga de Almeida, promoveram uma palestra, através da plataforma Zoom, com o tema “O Novo Profissional 5.0 – Os Avanços da Transformação Digital e os Trabalhos do Futuro”, em que foram abordados assuntos relacionados à carreira profissional, inteligência artificial, gestão empresarial e tecnologia. 

A live foi mediada pelo coordenador do curso de Ciência da Computação, professor Fernando Fukuda, que contou com a presença de Alexandre Carmo, engenheiro de automação industrial, que realizou uma palestra repleta de informações e troca de conhecimento.

O engenheiro falou sobre a importância do debate, desde o ensino médio, sobre carreira. Ele fez uma retrospectiva da sua trajetória profissional, e mostrou a relevância de obter diferenciais dentro de uma formação acadêmica e posteriormente no mercado de trabalho. Destacou como é válida a busca pela adaptação à cultura da empresa, conhecê-la, entendê-la e demonstrar interesse sobre o seu processo de construção. Alexandre afirma que uma característica básica de um bom profissional é a procura incessante pelo aprendizado, é ter em mente o lugar onde se quer chegar e lutar para que essa meta se torne uma realidade: “se a pessoa não tiver um objetivo preestabelecido, qualquer canto serve, mas nem sempre esse lugar vai te levar rumo aos seus interesses”, afirma. 

 Durante a palestra, Alexandre compartilhou suas experiências até chegar no lugar que está hoje, e falou do conceito de profissional na era do 5.0, que resgata o ser humano para dentro do processo no interior de uma empresa, fazendo com que sua participação esteja cada vez mais em destaque. Sendo assim, Alexandre listou algumas características desse profissional, como por exemplo a capacidade de análise do mercado atual, foco em sustentabilidade e para ele, uma das mais importantes, a visão sistêmica, que permite que essa pessoa se torne ainda mais adaptável à diversas situações. 

 Para finalizar, o engenheiro enfatizou algumas lições aprendidas por ele ao longo da sua história, uma delas é ser proativo, ou seja, estar preparado para lidar com adversidades, ser engajado e reativo. Ele destaca que: “carreira é tudo que acontece ao longo da sua vida e você acumula, através das suas experiências, que muitas vezes não estão associadas ao mundo acadêmico e profissional.”

 

Lívia Mendonça, 6° período

Evento do curso de Marketing da UVA fala sobre inovações geradas pela pandemia

O projeto “Marketing Corporativo – Inovações que Surgiram Durante a Pandemia”  teve seu início nesta terça-feira (10), via Google Meet, debatendo sobre empreendedorismo e aumento da demanda de delivery. Com a mediação do professor José Mauro Bianchi o evento recebeu Lucas Tavares e Sérgio Júnior, os criadores da Drink Shop Bar,  contando como fizeram para que seu negócio não apenas sobrevivesse mas também crescesse durante a quarentena.

Lucas falou que antes da pandemia, a empresa trabalhava exclusivamente de maneira presencial na preparação drinks em eventos como casamentos ou festas. Com o proibição de aglomerações se viram sem ter o que fazer. Para não ficarem sem a até então renda extra, resolveram começar a trabalhar com delivery e tiveram como ideia para um diferencial, armazenar as bebidas em saquinhos personalizados.

Sérgio conta que o sucesso foi tão grande que a concorrência começou a copiar as embalagens e até pedir o contato de seus fornecedores, o que para muitos poderia ser visto como um problema, mas não para eles. Os empresários afirmar que confiar na qualidade do próprio é fundamental para saber que a concorrência vai sempre existir mas que com um trabalho bem feito ela pode ser facilmente superada. 

Com o sucesso também veio a necessidade de inovar ainda mais, a empresa que antes atendia apenas a cidade de Niterói começou a receber pedidos de todo o estado. Para não se limitarem a fazer entregas em dias específicos em cada cidade e permitir a compra para consumo imediato veio a ideia de abrir pequenas franquias. A Drink Shop Bar começou a contratar revendedores e mesmo com a margem de lucro reduzida pode expandir os negócios.

Com a flexibilização da quarentena, o declínio era esperado, mas eles agiram rapidamente. Lucas e Sérgio tiveram a ideia de começar a vender os produtos para bares e quiosques na praia, possibilitando o consumo também na modalidade presencial, expandindo assim as possibilidades e o tipo de público atingido.

Lucas conta que devido à inexperiência, todo dia um problema novo surgia e como ele sempre deu nova solução. Ele afirma que lidar com a pandemia não foi e não está sendo nada fácil, tanto no aspecto de saúde pública quanto no fator pessoal e profissional, mas também reconhece que se a pandemia não tivesse ocorrido, nenhuma das inovações na empresa teria sido possível e a Drink Shop Bar não seria hoje a sua renda principal.

 

Letícia Freitas, 7º período.

Neguinho, uma história real

Curta produzido por aluno da UVA fala sobre racismo estrutural no Brasil

 

Falando um pouco sobre a falta de representativade e segregação racial no ambiente escolar, o curta “Neguinho”, roteirizado e dirigido pelo aluno da pós-graduação de roteiro da UVA, Marçal Viana, fala sobre algumas das faces do racismo moderno. Inspirado em um caso real, o iguaçuano faz excelente uso da sétima arte para discutir esse delicado tema.

Segundo o roteirista, uma das motivações para ingressar no curso de pós-graduação na Universidade Veiga de Almeida foi o network, conhecer pessoas, ser desafiado. Motivado e com vontade de fazer as coisas acontecerem, Marçal Viana aceitou o desafio proposto em sala de aula, criar um curta dentro do espaço da UVA. Após as produções, haveria uma votação entre os próprios alunos para escolher o vencedor. 

Uma professora pede para que uma mãe corte o cabelo black do seu filho como uma forma de “higienização”. Este caso real de racismo ocorrido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense carioca, inspirou Marçal a construir sua história “A nossa própria turma de roteiro teve discussões muito fortes sobre o tema de racismo, então achei que voltar com este tema ali na sala era uma provocação, e eu acho que o roteiro tem esse trabalho, de provocar e levantar questionamentos, e é isso que eu quero com o meu trabalho.”

O curta de Marçal ficou em segundo lugar na votação em sala de aula, mas uma professora da pós apresentou um caminho que mudaria a carreira do roteirista. No grupo de Whatsapp da turma, a professora divulgou um edital chamado Web-curta, que contemplava moradores da Baixada Fluminense. Após mais de uma semana resolvendo documentações necessárias e muito suor para estender o curta “Neguinho”, o projeto foi aprovado.

A carreira que vai se desenhando com muitas vitórias e conquistas, segundo Marçal, também tem muita influência do corpo docente que o ajudou a encontrar novas portas “Eu acho muito legal essa troca de informação, de um professor chegar e falar de edital e nos motivar a entrar. Eu acho que eu aproveitei muito bem tudo o que me foi apresentado, e agradeço totalmente as chances que a pós me deu, eu creio que me deram as ferramentas e eu as utilizei muito bem”.

Ganhador de diversos festivais, como o Guarnecer de Cinema, Maual e Cawcine, em importantes categorias, a de melhor atriz, melhor direção e júri popular “O curta já participou de mais de 15 mostras e festivais por todo o Brasil, e o nosso próximo passo é levar o neguinho para fora do país”. 

E as boas notícias não param por aí, Marçal deu informações em primeira mão sobre os novos destinos do seu curta “Nós entramos para o Cine-Pe, que é um enorme festival muito grande e importante, e estamos na mostra competitiva de curtas, com votação popular, o curta também vai ser disponibilizado na Globoplay”.

 

Jonatas Santos, 8° período

Oportunidades e desafios foram os temas da Radix Talk UVA

A Radix este ano está completando dez anos.E na última quinta-feira (5), colaboradores da área de desenvolvimento e engenharia realizaram um bate papo compartilhando oportunidades, desafios e aprendizados possíveis dentro da multinacional pentacampeã do prêmio Great Place To Work no Rio de Janeiro, na qual foi eleita como a melhor empresa para se trabalhar no Brasil na área de desenvolvimento.

A live foi transmitida pelo canal do Youtube e mediada por Lara, que é responsável pela gestão da Radix, contou com a participação dos palestrantes: Giovanna Rosseto (Engenharia Química – analista de dados industriais da Radix), Priscila Corrêa (Administração – Testerda Radix), Philippe Moneda (Ciência da Computação – consultor da Radix) e Renato Jourdan (Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicações – coordenador de projetos da Radix. Onde juntos compartilharam as suas trajetórias profissionais em uma conversa bastante espontânea,clara,objetiva e construtiva. 

“Estar aberto em trabalhar em diversas frentes diante das oportunidades e necessidades que surgem com as demandas do cliente. É buscar a sua trajetória profissional. A Engenharia da Computação nada mais é a base que você tira de todo o conhecimento que você adquiriu dentro da faculdade e coloca em prática no seu dia a dia. Faz toda a diferença na carreira profissional. Onde muitos profissionais começam como estagiários e são efetivados por serem atraídos pelos desafios que surgem.” 

Os “radixianos e radixianas são desafiados em todas as oportunidades que surgem na carreira de engenharia e tecnologia. Onde várias equipes trabalham em projetos de desenvolvimento especializados.Investir na carreira de “Tester, Mobile, e Aieti” são requisitos diferenciais para almejar um excelente currículo profissional.

Para Priscila, que sempre trabalhou na área de administração na escola de informação e testes automatizados, conta que: “é um universo diferente do que ela já trabalhava. Aceitou o desafio.Paixão,foi um dos sentimentos que motivou ela nesse processo de aprendizagem.Tudo começou com a parte de serviços da Mobile.Saber perguntar, conversar, buscar informação é sempre crucial. O sucesso é trabalhar com a demanda do cliente.Estar sempre em evolução. ”

A Radix tem como objetivo continuar crescendo no mercado internacional levando novidades tecnológicas para os próximos anos.O desenvolvimento de software vai além da codificação.A empresa sempre participou da OTC, o maior evento offshore do mundo. Recebeu vários prêmios internacionais descrevendo o seu método de melhoria nas áreas de requisitos e testes e conquistou o primeiro lugar.

Renato,trabalha no projeto de engenharia multidisciplinar, e diz que: “É diversidade, é ser desafiado a todo o momento. É buscar tecnologia nova para implementar, é conhecer o seu mercado. ”

 A Radix tem como objetivo tornar os seus líderes cada vez mais preparados para situações do dia a dia. Identificando oportunidades e resolvendo problemas.Um ambiente jovem, moderno, e descontraído com benefícios diferenciados e desafios constantes. Gerando valores e compartilhando com os seus clientes.A empresa oferece soluções tecnológicas altamente qualificadas, realizando sonhos e transformando a vida de seus clientes.

Com a chegada da pandemia,nada mudou. Como manter a produtividade em casa, foi mais um dos assuntos comentados durante a apresentação.Para Phillipe: “a produtividade continuou a mesma. Houve inclusive uma melhoria na criação de projetos.Foi cômodo.As plataformas digitais estão contribuindo bastante, gerando momentos de interação em grupo. ”

Para Giovana: “ trabalhar de maneira remota também foi uma experiência muito boa em relação a comodidade. O importante é ter disciplina, comprometimento com a sua nova rotina de trabalho, estar aberto a trabalhos com diversas áreas da engenharia, desenvolvimento web, com planos de carreira que você visualize para você, com a linha de expectativa da pessoa, são requisitos fundamentais para um estagiário em desenvolvimento. ”

Sair da faculdade e começar a trabalhar, são excelentes experiências para chegar ao mercado de trabalho. É possuir uma bagagem. A faculdade te ensina a pensar, a resolver problemas.O sentimento da insegurança sempre vai existir.Tudo é a questão de como você se comunica. É saber perguntar e conhecer as suas perspectivas.É entender o caminho que você quer para você. O que pode ser feito para se destacar como o melhor. E saber qual é o seu papel.E acompanhar notícias por fontes oficiais e manter a serenidade, para juntos vencermos essa crise mundial.Transformando conhecimento em resultado.A Radix é ciência, tecnologia e engenharia. ” A busca por desafios e aprendizados constantes.

Link para a live no Youtube

 

Daniella Sousa, 7° período

Constelação familiar na justiça é tema de palestra do curso de direito

Evento virtual transmitido no dia 4 de novembro incentivou métodos interdisciplinares na resolução de conflitos

Curso de Direito da Universidade Veiga de Almeida (UVA) promoveu a palestra sobre Constelação Familiar como tratamento alternativo em casos judiciais. Foi o terceiro evento realizado em parceria com a Comissão de Mediação de Conflitos da Ordem de Advogados do Brasil (OAB). Ministrada pela advogada Juliana Lopes, cofundadora da Associação Práxis Sistêmica, foram debatidas medidas interdisciplinares na resolução de conflitos.

Poucos conhecem a Constelação Familiar aplicada na advocacia. É o que afirma a advogada Francesca Consenza: “Esta prática resolve a raiz dos desentendimentos familiares, vai além da sentença de um juiz”. As dinâmicas colaborativas buscam a resolução de problemas afetivos. É uma nova perspectiva humanitária dentro do Direto. No entanto, Juliana Lopes esclarece que se trata de uma técnica adicional: “Ela não substitui o auxilio de um psicólogo ou um assistente social nos casos judiciais”.

A Constelação Familiar é uma prática de busca existencial. Por este motivo, gera polêmica em muitos profissionais. Conforme explica Juliana, este projeto tem amparo legal para ser aplicado. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) o reconhece como tratamento viável na resolução de conflitos. Em muitas sessões, é trabalhada a questão emocional dos participantes. Juliana ressalta que a Constelação Familiar não tem ligação com práticas religiosas: “É um espaço de autorreflexão, incentivamos a autonomia dos envolvidos”.

O efeito da Constelação na advocacia pode ser observado pelos dados. Em pesquisa realizada pela Associação Práxis Sistêmica, foi apontado o resultado das dinâmicas em grupo. Nos casos em que a Constelação foi aplicada antes da audiência judicial, 85% das pessoas chegaram a um acordo final. Já nos casos em que ela não foi aplicada previamente, apenas 66% acordaram frente ao juiz. Juliana afirma que os dados permitem consolidar a Constelação Familiar como uma prática viável na advocacia.

Novos métodos de conciliação podem modernizar a profissão. O Poder Judiciário Brasileiro vem incentivando práticas alternativas na resolução de conflitos. Juliana defende que a Constelação Familiar solidifica a paz dentro das relações. Com um caminho mais humanitário e integrado é possível construir uma justiça menos impessoal.

 

Murilo Holanda, 6° período.