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Sexo e Gênero na língua portuguesa

Estudos que analisam a relação entre gênero, sexualidade e linguagem têm ganhado peso nos últimos anos com a ampliação dos debates sobre a inclusão de todas as identidades de gênero na língua portuguesa, já que muitos não sentem-se incluídos com a utilização do artigo “o”, tampouco “a”, bem como suas respectivas flexões, para representá-los. Inclusive, o velho debate da gramática e da linguística acerca da utilização do gênero masculino como genérico ressurgiu.

Segundo a gramática normativa, embora haja cinco meninas e um menino em um grupo, o plural será flexionado no masculino, “os meninos”. Nesse sentido, qual é o espaço para a representatividade de todas as identidades de gêneros na língua portuguesa?

Se é verdade que a linguagem não é somente uma forma de comunicar, mas também algo que nos constrói como indivíduos e sociedade, é fundamental que a língua ultrapasse as barreiras sutis e veladas de exclusão e preconceito linguístico e avance no sentido de incorporar novas subjetividades.

O uso do “e” como indicação de gênero neutro é uma forte tendência. Inclusive a Avon em uma de suas campanhas publicitárias, com o cantor Liniken, usou a frase “Para todEs” em sua última linha de maquiagem. Não só “e” mas também o @ e o “x” tem sido utilizado em substituição à vogal temática, como no Manual de Calouros da USP que trazia a frase “Bem-vindXs à USP” em suas últimas tiragens.

Entretanto, o que entende-se como avanço para alguns não significa o mesmo para outros. A nova tendência tem enfrentado uma série de críticas e embates. Muitos veem como impronunciável e logo impossível à inclusão na língua falada, além de não ser acessível aos deficientes auditivos e visuais, já que os softwares de tecnologia assistiva não conseguem lidar com as combinações de letras sem significado fonético estabelecido.

Para além das dificuldades encontradas na tentativa de incluir todos os falantes na língua, é importante ressaltar que ela não é propriedade de gramáticos e linguistas, mas um fator dinâmico, vivo, coletivo e passível de constantes modificações ao longo do tempo. É, portanto, resultado da escolha e ação de diversos atores sociais em jogo, sendo um precioso retrato da mudança cultural e social do momento histórico atual.

Por: Ana Amélia Balbi, Beatriz Ferreira, Luma Espíndola, Marcella Pereira, Marlon De Gouvea e Matheus José Santos, alunos de Linguagem, Sociedade e Educação.

A segunda língua oficial do Brasil

Você sabe o que é LIBRAS?

 A Língua Brasileira de Sinais é a língua natural dos surdos brasileiros e, como toda língua, ela possui sua própria estrutura gramatical. Como o Português, LIBRAS se altera de acordo com cada região do país.

 Então quer dizer que a língua de sinais não é a mesma em todos os lugares?

Exatamente! A língua de sinais não é universal, cada país – às vezes até cidade – possui a sua própria língua com seus próprios sinais.

Você sabia que LIBRAS é a segunda língua oficial do Brasil?
Pois é! Ela foi reconhecida em 2002 e implementada pela lei 10.436/02, que garante seu caráter oficial e estrutura gramatical. Juntamente, a lei 10.098 garante que as instituições federais promovam o ensino de LIBRAS e, assim, a inclusão dos deficientes auditivos.

Você sabe quantas pessoas surdas ou deficientes auditivas tem no Brasil?

O QUE VOCÊ NÃO SABIA SOBRE OS SURDOS:
 
  • Os surdos não possuem uma característica física visível que os indique, portanto somente com o olhar é impossível identificá-los. 
  • Muitos pais surdos têm filhos ouvintes e vice-versa.

  • Nem todos os surdos são mudos. A audição pode ser perdida depois de adulto, mas isso não significa que a pessoa fique limitada de qualquer forma. Um exemplo inspirador disso é a cantora Mandy Harvey, que perdeu sua audição na infância, mas não deixou seus objetivos para trás:
  • LIBRAS não é mímica! São sinais corretos, aprovados e coerentes utilizados por determinado grupo social.

  • Os surdos costumam ser mais atenciosos devido à perda de audição; tanto na sensibilidade maior de outros sentidos quanto nas conversas com alguém, eles conseguem identificar o que a pessoa quer dizer baseado nas expressões. 

     Ficou interessado pela língua? A gente vai te dar umas dicas: 

  • A Universidade de São Paulo (USP) oferece um curso completo online e grátis sobre a língua, não precisa se inscrever você pode fazer acessando o link: 

    https://edisciplinas.usp.br/course/view.php?id=5603&section=0

     

    Aplicativos gratuitos e disponíveis para Android e IOS:

    HandTalk: https://www.handtalk.me/

  • Sinalário Disciplinar em LIBRAS*: 


    Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.app.gpu1766632.gpu62fe9a3bd58b6fdb4b3dd202609a2594&hl=pt_BR

    iOS: https://itunes.apple.com/br/app/sinal%C3%A1rio-disciplinar-emlibras/id1268123871?mt=8 

     *: Pensando em auxiliar o trabalho dos professores, a Seed-PR criou o Sinalário Disciplinar de Libras, que consiste em uma ferramenta de apoio para alunos e profissionais (intérpretes) que trabalham com estudantes surdos.

     
    Hoje, com cerca de 300 vídeos, o aplicativo disponibiliza em Libras (Língua Brasileiras de Sinais) diversos termos encontrados nas 13 disciplinas que compõem o currículo do Ensino Fundamental e do Ensino Médio: Filosofia, Sociologia, Ensino Religioso, Educação Física, Ciências, Biologia, Artes, Química, Física, Matemática, Língua Portuguesa, Geografia e História.
     
    Por Larissa Vieira, Luiza Nascimento, Luiza Reuter, Rayana Viégas, Rebecca Paschoal, Roberta Thiarê, 1° período de Letras – Português/Inglês, Universidade Veiga de Almeida – Campus Tijuca.

Alunos da disciplina de Cenografia expõem projetos no campus da UVA

Todo mundo sabe que o conhecimento teórico é importante, mas é na prática que é possível ver o projeto acontecer. E foi nesse pensamento que os alunos de Design de Interiores e de Publicidade e Propaganda se uniram para dar vida ao projeto Os Elementos, que faz parte da disciplina de Cenografia com a orientação da professora Danielle Spada.

Em um primeiro momento, a exposição tinha o universo como principal temática, mas tudo mudou após os alunos assistirem a uma palestra com uma astróloga. Ao se encantar com a narrativa presente nos signos, a turma decidiu criar os cenários em cima dessa proposta. O trabalho foi composto por quatro grupos, dois no turno da manhã e dois no turno da noite e, cada um representa os elementos e os signos do zodíaco.

“A proposta da disciplina é mostrar aos alunos a como montar um espaço cenográfico com o menor custo e a maior qualidade porque é isso que o cliente sempre deseja, entender que os cenários podem ser vistos de vários ângulos e serem alterados, além de desenvolver o trabalho colaborativo que é um diferencial para o mercado hoje”, explica a professora de cenografia Danielle Spada.

Fazer o projeto acontecer não foi fácil. Além da tarefa de pensar no planejamento e na compra dos materiais, foram dois dias de muito trabalho e esforço na montagem dos cenários, mas que ao final só trouxeram aprendizado. Uma prova disso é o depoimento de Leonardo Castro, 21 anos, estudante de Publicidade. “Foi cansativo, mas ótimo, gosto de disciplinas práticas, decorar o cenário me trouxe muita calma. Nosso grupo representa o elemento água e os signos que fazem parte dele e nós escolhemos trabalhar com o teatro total, os objetos mudam de lugar e o cenário pode ser vistos de várias maneiras”.

Já a aluna Claudia Lohana, 20 anos, estudante de Design de Interiores, contou que a parte mais difícil foi arrecadar os materiais para a montagem do cenário do elemento terra. “Conseguir os materiais foi bem difícil, o momento de furar os pneus para a confecção do banco foi bem trabalhoso, mas é legal ver o resultado quando tudo fica pronto”.

É importante lembrar que a disciplina de cenografia está na grade do curso de Design de Interiores, mas os alunos de publicidade viram a experiência da eletiva de forma positiva. “Na Publicidade fazemos campanhas e trabalhamos dentro de um ambiente virtual, apesar de as vezes ter uma mobilidade física. Mas quando a gente chega na disciplina, nos deparamos com outra realidade, uma vivência mais prática”, afirma o estudante de publicidade Kevin de Oliveira, 21 anos.

Ao final da montagem dos cenários, a professora reuniu os alunos para fazer as últimas considerações do projeto e reforçou ainda mais sobre a parte do orçamento. “É realmente a parte mais difícil, porque as vezes, o cliente quer ver um lindo projeto, mas o investimento é muito pouco. É preciso deixar claro para eles a noção de expectativa e realidade”, explica a professora Danielle Spada. A exposição durará uma semana e será possível ve-la no salão branco com a turma da manhã, e no preto com a da noite. Prestigiar o trabalho singelo destes alunos não pode ficar de fora de quem passa pela UVA.

Laboratório de Comunicação Interna, Camila Porto e Nathália Martins, 7° período do curso de Jornalismo, Universidade Veiga de Almeida, campus Tijuca

 

 

Universidade Veiga de Almeida promove a 2ª edição da Feira de Práticas Sustentáveis

Entre os dias 20 e 21 de setembro, acontece a segunda edição da Feira de Práticas Sustentáveis. O evento, que é apoiado pela Universidade Veiga de Almeida, será realizado durante dois dias nos campi Barra – Marapendi e Tijuca, a entrada é gratuita.

Os convidados, alunos e professores, terão a oportunidade de debater sobre ações sustentáveis que podem fazer a diferença no futuro do planeta. Empresas e ONGs desse setor estarão presentes nos debates para a troca de experiências. Além disso, o evento contará com workshops e apresentação de trabalhos acadêmicos.

Concurso de fotografia vai sortear bolsas de estudos para as melhores fotos

Os alunos que desejam aprimorar os estudos sobre fotografia terão a oportunidade de concorrer a 10 bolsas de estudo para o curso que será ministrado pelo fotógrafo Márcio Monteiro no espaço Nossa Escola de Fotografia. O concurso vai premiar as cinco melhores fotos sobre o evento de cada campus. Para participar é necessário compartilhar até o dia 15 de outubro o registro no facebook com a hashtag #sustentabilidadeemfoco e torcer para ser selecionado. Então, já sabe né? Cruza os dedos e capricha no clique.  Não fique de fora dessa!

Laboratório de Comunicação Interna, Wagner Trece, 8º período, Jornalismo, Universidade Veiga de Almeida.

Caixinhas de absorvente invadem os banheiros femininos da UVA

Sentiu uma dorzinha estranha? Um estresse fora do comum? Ou aquela indisposição que não dá vontade nem de sair da cama? Prepare-se, pois, sua companheira de todos os meses está prestes a chegar!!! Mas cuidado, nem todas as mulheres apresentam esses sintomas e por isso podem ser surpreendidas. Foi pensando nisso que a Frente Feminista de Relações Internacionais, da Universidade Veiga de Almeida – Campus Tijuca, decidiu implantar caixinhas com absorventes disponíveis em alguns banheiros da faculdade.

Após uma longa jornada, envolvendo petições e a gravação de um vídeo reivindicando a importância desse auxílio, finalmente as caixinhas foram instaladas, surpreendendo muitas mulheres que vem frequentado os banheiros da universidade. Um exemplo disso foi a aluna de psicologia, Juliana Pereira, de 32 anos, “Achei uma ideia maravilhosa, se eu tivesse visto cerca de cinco minutos antes, nem teria ido à farmácia comprar um pacote de absorvente que estava precisando”.

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Inspirada em outras universidades, como por exemplo a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a iniciativa se tornou de grande importância, pois a faculdade é o lugar em que muitas alunas passam boa parte de seu tempo. Para Fernanda Mello, 21 anos e coordenadora da Frente Feminista de R.I, a política de pegar um absorvente quando for preciso e deixar outro quando puder, pode gerar empatia e solidariedade entre as mulheres.

Com isso, cria-se uma consciência coletiva pelo campus da universidade, o que faz com que muitas mulheres sintam-se cada vez mais comprometidas e engajadas com a ideia, evitando situações constrangedoras. Esse foi o caso da aluna de jornalismo, Thamires Pedroza, de 22 anos, que diz ser imprescindível a reposição dos absorventes nas caixinhas, prevenindo que as estudantes passem por momentos repentinos assim como ela. “Minha menstruação veio de surpresa enquanto estava na aula, tive que sair da sala e ir até a farmácia mais próxima para comprar um pacote de absorvente”, conta.

De agora em diante, espera-se um vínculo cada vez maior entre as mulheres da universidade e essa iniciativa da Frente Feminista, visando um bem em prol de todas as estudantes. Para todas aquelas que sonharam em conquistá-la, a caixinha passa a ser sinônimo de orgulho.

  • Você conhece a Frente Feminista de Relações Internacionais?

A frente Feminista de Relações Internacionais hoje é um espaço de acolhimento para as alunas de R.I e aberto a todas as mulheres que queiram entrar. Os encontros são semanais e com temas em torno do movimento e de crescimento pessoal, grupos de estudos e rodas de conversa.

Laboratório de Comunicação Interna, Isadora Farias e Ivy Vera-Cruz, 6º e 8º período, Jornalismo, Universidade Veiga de Almeida.

 

Você já ouviu falar em empresa júnior?

Estudantes inconformados com o cenário atual do país se unem com o mesmo propósito: transformar o Brasil (e aí, vamos fechar?!). O Movimento Empresa Júnior é um movimento mundial em que universitários trabalham voluntariamente para formar pessoas comprometidas e capazes de transformar o país onde estudam. São mais de 400 empresas juniores brasileiras (:O :O), cada uma pertence a uma instituição de ensino superior e a UVA não poderia ficar fora dessa! A empresa júnior Salto Consultoria tem três anos na veiguinha do campus Tijuca e conta com aproximadamente 50 alunos de diversos cursos.

A ideia do Movimento Empresa Junior (MEJ) surgiu na França em 1967  – sim, há 50 anos! – por estudantes que achavam que o conhecimento teórico em sala de aula não era o bastante. Eles queriam conseguir complementar a formação universitária. Conseguiram. Essa ideia inovadora veio parar no Brasil, que atualmente é o país onde o movimento é mais forte, com aproximadamente 15 mil brasileiros.

Salto Consultoria no Encontro Nacional de Empresas Juniores
Salto Consultoria no Encontro Nacional de Empresas Juniores/Foto: reprodução internet

Entre estes participantes está a presidente da Salto Consultoria, Carolina Celles, estudante de Engenharia de Produção, do 8° período. Ela diz o quanto as pessoas se transformam no MEJ: “É incrível ver um líder ascendendo dentro de cada um, sentir a cooperação que é gerada, as amizades que são feitas, o autoconhecimento que é adquirido e o amor que cada um sente no trabalho que faz”. O professor orientador da empresa júnior da UVA, Alessandro Orofino, considera que nesse projeto o aluno se sente empoderado para mudar o mundo de alguma maneira. “Acho que maior objetivo é a pessoa se transformar, e eu não tenho nenhuma dúvida, todos que passam pela Salto Consultoria saem de maneira diferente”.

Em agosto, o aluno de publicidade do 2° período, Vitor Minichetti, entrou na empresa e já sente que o MEJ ajuda o amadurecimento do estudante, tanto na responsabilidade com os estudos ou com a vida pessoal. “É uma das melhores escolhas que os estudantes podem fazer durante o período acadêmico. O crescimento que presenciamos, tanto o próprio quanto o dos nossos amigos que ingressam juntos, é surreal”.

Ficou com vontade de fazer parte?

  O processo seletivo para fazer parte da empresa júnior da UVA começa dia 25 de setembro. Os cursos aceitos são: Administração, Ciência da Computação, Ciências Contábeis, Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade e Propaganda), Direito, todas as Engenharias, Psicologia e Relações Internacionais. Para mais informações acesse a página no Facebook /saltoconsultoria.

 

 Laboratório de Comunicação Interna, Yasmin Thomaz, 8° período, Jornalismo, Universidade Veiga de Almeida

Projeto Setembro Amarelo na UVA

Este mês vive a cor amarela. A empatia e a tentativa de ajudar o próximo aparece mais entre as pessoas. No Setembro Amarelo(<3) desse ano, o curso de enfermagem da Veiga de Almeida, campus Tijuca, apoiado pela diretoria de Extensão, montou um mural sobre o tema no corredor do bosque. A iniciativa foi dos alunos Larissa Iandra e MelqueSédeque, do 6° período, e são orientados pelo professor de enfermagem, Paulo Machado. O mural traz informações importantes para que as pessoas saibam como falar com uma pessoa que pensa em suicídio, como e quando perguntar, além de ter a parte interativa com o cartaz “Você é feliz?”. Entre as respostas, encontram-se mensagens que, para quem estuda o suicídio afundo, sabe que são pessoas que precisam de ajuda. Para MelqueSédeque, a intenção do cartaz era justamente saber o que as pessoas iriam responder no anonimato:”Nosso objetivo com o projeto é informar que o suicídio é algo para ser conversado no Brasil porque as incidências são muito grandes”.

Segundo Organização Mundial de Saúde (OMS), 90% dos casos de suicídio poderiam ser evitados. Desde o 3° período, Larissa decidiu que esse será o tema de TCC. “Tenho estudado muito e me aprofundado no tema para tentar informar o máximo de pessoas possíveis. Se cada um fizer um pouquinho, poderíamos diminuir esse número”. O projeto tem apenas os dois alunos, mas a dupla procura por pessoas que também queiram ajudar nessa causa voluntária. A ideia é promover um evento com palestras e rodas de conversa no pátio, mas para isso é preciso que mais pessoas entrem no projeto. Quem quiser fazer parte, basta procurar pela Larissa ou Melque no laboratório de enfermagem, localizada na quadra do campus.

O combate ao suicídio na mídia;

13 Reasons Why:

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Katherine Langford como Hannah Baker

 A empresa de streaming de filmes e seriados, Netflix, decidiu colocar um basta ao tabu que era o tema suicídio, lançando a polêmica série, 13 Reasons Why, que estreou em 31 de março. A série baseada no livro “Os treze porquês”, recebeu uma enxurrada de críticas mistas logo após seu lançamento. Críticos alertavam aos pais para que não deixassem suas crianças assistirem o drama vivido por Hannah Baker na trama. No entanto, outros críticos entraram em sua defesa, e em seus discursos acentuaram que o tabu deve ser superado para que esse problema seja combatido frente a frente.

E os números não mentem. 13 ReasonsWhy quintuplicaram os e-mails diários recebidos pelo Centro de Valorização da Vida|(CVV), passando de uma média de 55 para 300. Os acessos ao site subiram de 2,5 mil ao dia para 6,7 mil. Um salto absurdo se comparado as estatísticas dos meses anteriores, e todos esses dados foram levantados logo depois do lançamento do seriado.

Kesha e sua “ressurreição”:

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Kesha protagonizando seu mais novo single, ‘Praying’

Após 4 anos travando uma árdua luta judicial contra seu empresário, Dr. Luke, a cantora americana conseguiu uma liminar que a libertava de trabalhar diretamente com Luke. Segundo o processo, Kesha alegava ter sofrido diversos abusos do diretor musical, incluindo abusos sexuais, psicológicos e estupro. Em seu estrondoso retorno, Kesha lançou “Praying’, uma balada lenta e profunda que narra todos os seus sentimentos em relação aos sofrimentos que ela foi obrigada a passar. No começo do clipe, Kesha fica encalhada no meio do mar completamente á deriva, questionando os motivos de ainda estar viva, numa súbita necessidade de se livrar daquela dor, ela diz: “Por favor, me deixe morrer. Estar viva dói muito…”, numa cena preta e branca. No entanto, conforme a música cresce, a cena antes incolor ganha mais vida, mais esperança, enchendo-se de cor gradativamente, ilustrando que Kesha percebeu que ainda há cores para colorir seu mundo, escolhendo a redenção ao invés de ódio e rancor.

Em uma carta aberta sobre seu mais novo single, ela diz: ”Espero que essa música atinja pessoas que estão lutando, para que saibam que não importa o quão ruim parece agora, você pode passar por isso. Se você tem amor e verdade ao seu lado, você nunca será derrotado. Não desista de si mesmo”.

Ainda sobre seu desabafo, ela completa:” ‘Praying’ foi escrita sobre o momento em que o sol começa a aparecer no meio das mais escuras nuvens, criando o mais lindo arco-íris. Uma vez que você percebe que ficará bem, você passa a transmitir amor e cura. Se você se sente que alguém te injustiçou, se livre desse ódio, senão isso só vai criar mais negatividade. Uma coisa que me trouxe muito alívio foi orar por essas pessoas. Ficar com raiva e ressentida não vai ajudar em nada além de aumentar seu stress e ansiedade. E ódio é o combustível que faz os vírus crescerem. Não deixe ninguém tomar sua felicidade!”.

Precisa de ajuda? Gostaria de conversar ou desabafar? Conhecemos o lugar certo!

Se está se sentindo exausto do mundo, se acha que sua vida não tem mais valor ou não faz mais sentido, ligue para 141, o Centro de Valorização da Vida(CVV) atende ás 24hrs todos os dias,eles são profissionais treinados para lidar com esses tipos de casos, e vários outros mais. Eles estarão voluntariamente dispostos a ouvir quem quiser, ou simplesmente se interessar em ligar para receber algum tipo de ajuda. Não perca tempo, sua vida vale a pena!

Yasmin Thomaz e Thiago Rabelo
Estagiários do Laboratório de Comunicação Interna, 8° e 7° período, campus Tijuca

Projeto de extensão do curso de enfermagem atende presidiárias

Os alunos de enfermagem da Universidade Veiga de Almeida, campus Tijuca, provaram que é possível quebrar preconceitos e vivenciar novas experiências de vida. Um exemplo disso, é o projeto social “Coleta de preventivo em mulheres privadas de liberdade”, idealizado pela professora e enfermeira Abilene Gouvêa em parceria com a Diretora de projetos de programas especiais da secretaria de Estado de administração penitenciária (SEAP), Rosana Corrêa.

A atividade que acontece em dois presídios do Rio de Janeiro, conta com o apoio do coordenador de enfermagem e doutor em saúde coletiva, Márcio Tadeu e faz parte da disciplina do curso “Saúde da Mulher” ministrada pela professora Abilene. Para ela, a parte prática do curso é de suma importância para os alunos, principalmente para àqueles que fazem parte do internato (10º período), “É uma ação que abre portas para uma série de outras ações”, ressalta. Com isso, o projeto faz com que os estudantes experimentem na prática aquilo que aprendem em sala de aula.

Acompanhadas quinzenalmente, as detentas do Talavera Bruce, em Bangu, recebem auxílio profissional onde são realizados exames preventivos, atendimento à gestante e consultas de pré-natal. O projeto que surgiu em 2016 e foi realizado na última semana de setembro, no Instituto penal Oscar Stevenson, tinha inicialmente o intuito de promover a campanha do Outubro Rosa daquele ano. Entretanto, teve grande relevância e permanece até hoje como um projeto de extensão do curso de enfermagem da universidade, atendendo ambos os complexos penitenciários com possibilidades de crescer ainda mais.

Para a diretora de projetos e programas especiais da SEAP, Rosana Corrêa, a ação trouxe um novo olhar para a saúde dessas mulheres que, até então, eram excluídas da sociedade. “Permitir uma sobrevida a uma mulher privada de liberdade dá a ela uma nova possibilidade de construção da sua história”, explica. A diretora ainda ressalta que é de extrema importância descobrir precocemente o câncer de colo de útero para que seja possível tratá-lo o quanto antes.

No entanto, o projeto agrega benefícios não apenas à vida das mulheres que recebem acompanhamentos regulares, mas também faz com que os alunos identifiquem neles mesmos um crescimento pessoal e profissional. “Adquirimos experiências para separar o lado profissional do emocional, sem contar com o acréscimo de maturidade, enxergando-as como qualquer outra paciente”, conta a aluna Caroline Jardim.

Com isso, os estudantes vêm se engajando cada vez mais nas aulas práticas da disciplina, demonstrando que é possível romper barreiras e conviver com pessoas que tenham uma realidade diferente, como foi o caso da aluna Thaís dos Santos. “Tive medo, preconceito, ansiedade e uma mistura de sentimentos, mas agi naturalmente como uma enfermeira no exercício de sua profissão”, diz a aluna enfatizando que a saúde é um direito para todos.

Camilla Lemos (6º período), Isadora Farias (6º período), Ivy Vera-Cruz (8º período) e Thamires Faria (6º período)

Universidade Veiga de Almeida

UVA marca presença na Bienal

A UVA participou da 18° Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que aconteceu no Riocentro entre 31 de agosto e 10 de setembro, você soube disso? Não? Então a gente te conta! A Universidade Veiga de Almeida teve um stand sensacional, no qual houve divulgação de livros, jogos e até orientação profissional. A professora de marketing, Ediana Avelar, em sua primeira vez como autora na maior feira literária do Brasil, expôs sua obra “O imaginário da formatura: as raízes da cultura bacharelesca na história do Brasil”, que é um estudo com o objetivo de analisar os sentidos do rito da Colação de Grau no Ensino Superior. Por trás do tema abordado existe uma inspiração especial, conta a autora: “Ele é fruto de uma memória pessoal, pois meu pai sonhava muito com o momento da formatura”.

E você pensou que só os professores estavam promovendo seus livros? Está enganado! O aluno de ciências contábeis, Carlos Henrique Ferreira, de 26 anos, também divulgou seu exemplar “Almanaque da Imprensa Cabofriense”, que conta a vivência do autor na área de jornalismo, no qual exerceu várias funções nas emissoras de Cabo Frio, local onde mora. O estudante já foi homenageado na Câmara Municipal de sua cidade pela importância de sua obra! Não é todo dia que vemos isso, não é mesmo? O escritor ressaltou a importância do evento: “Para nós, escritores, é uma oportunidade de divulgar nossos trabalhos e também trocar experiências com outros autores”.

O game realizado no stand agitou os visitantes todos os dias! Era só girar uma roleta, responder à pergunta selecionada e caso acertasse, o prêmio era um fone de ouvido ou uma caneta. E ao preencher uma ficha, ainda existia a possibilidade de ganhar um curso de inglês online por um ano! A aluna de publicidade, Luiza Bastos, conta que foi divertido ter participado dessa ação: “As pessoas gostaram demais. Muitos vieram contar histórias de parentes que estudaram na UVA. Foi uma experiência bacana”.

A orientação profissional ficou por conta da coordenadora de RH, Elisa Jafet, que conversou com os jovens em busca da escolha do curso a ser seguido, tentando entender o perfil de cada um e suas competências. A abordagem buscou saber o conhecimento, hobbies, objetivo e características. O bate-papo tentou extrair o máximo de informação para dar uma ajuda na carreira das pessoas. “A UVA na Bienal é um diferencial. O público do Ensino Médio passa por aqui e o assunto sobre educação e futuro é despertado neles”, conta a orientadora.

Além da participação da UVA, esta edição contou com o maior elenco de autores brasileiros de todos os tempos. Participaram também grandes influencers da atualidade, como: Felipe Neto, Kéfera Buchmann e Larissa Manoela.

Camilla Lemos, Felipe Floriano e Jonathan Assumpção
Estagiários do Laboratório de Comunicação Interna, 6º período
Universidade Veiga de Almeida, campus Tijuca

Isoporzinho: Integração que colabora com o meio ambiente

O rolê mais popular entre os alunos da Universidade Veiga de Almeida – campus Tijuca, está com uma nova ideia! O “Isoporzinho”, que aconteceu no dia 25 de agosto na quadra da Unidos da Tijuca, para rolar a integração entre calouros e veteranos, ajudou também para a sustentabilidade. Pensando em uma estratégia para colaborar com o nosso meio ambiente, a organização que conta com as atléticas de Comunicação e Artes, Direito, Letras, Administração e Engenharia, teve a solução de separar o lixo produzido e doar para a cooperativa “Tá Limpo” para ser reciclado.

Com aproximadamente 2.500 pessoas presentes e 12 mil latas disponíveis para consumo, foram recolhidos no total 206kg de material para a coleta! A separação foi feita diretamente no bar, onde foram colocadas em recipientes pré-estabelecidos para cada tipo de material (garrafas pet e alumínio) e os copos de plástico foram recolhidos pela equipe de alunos que fez a limpeza do local, para serem levados para a cooperativa escolhida.

“Além da importância que a reciclagem traz para o meio ambiente, estamos trazendo um cunho social ao evento e utilizando o material que seria descartado para ajudar pessoas que necessitam”, diz Allan Benigno, vice-presidente da Atlética de Comunicação e Artes. É a primeira vez que as atléticas da UVA Tijuca implementam uma ação sustentável em seus eventos e já pensam em repeti-la sempre que possível.

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VOCÊ SABIA?

De onde surgiu a ideia “Isoporzinho”?
O “Isoporzinho” surgiu como um protesto contra os preços abusivos de bares e restaurantes, onde cariocas começaram a levar isopores de casa com suas bebidas compradas em locais mais baratos. A galera consegue economizar 50% do valor que gastaria dentro desses estabelecimentos. A ideia foi tão boa que hoje em dia é reproduzida em vários lugares no Brasil, como por exemplo São Paulo, Bahia e Brasília.

 

Camilla Lemos e Isadora Farias
Estagiárias do Laboratório de Comunicação Interna, 6° período, campus Tijuca